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Justiça

De novo no banco dos réus, cabeleireira dos famoso põe a culpa no ex-marido... que já morreu

Inês Pereira já foi condenada a uma pena de sete anos de prisão por fraude fiscal e branqueamento. Agora, aquela que é conhecida como a "cabeleireira dos famosos" e a filha, Inês Catarina, voltaram a tribunal como arguidas por abuso de confiança fiscal e contra a Segurança Social.
Por Ana Cristina Esteveira | 20 de abril de 2026 às 19:15
Inês Pereira Flash
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Inês Pereira Foto: Instagram
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Inês Pereira, o ex-marido e os dois filhos foram condenados, no Porto, a sete anos de prisão por branqueamento e fraude fiscal de 1,04 milhões de euros. Isto aconteceu em 2024. Em 2025 o Tribunal da Relação  confirmou que a conhecida "cabeleireira dos famosos" e os dois filhos, Inês Catarina e Ricardo, vão mesmo ter de cumprir a pena. Já o ex-marido acabou por morrer neste entretanto. 

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Já posteriormente,  foi decretada a insolvência da sua empresa, onde tinha um “testa de ferro” e alienado os ativos. Ficaram as dívidas. Não obstante, Inês Pereira terá continuado a trabalhar e as empresas a funcionar nornalmente. Chegou-se à conclusão que se estaria perante uma falência fraudulenta.

Já esta segunda-feira, 20, dois anos volvidos, a "cabeleireira dos famosos" voltou  a sentar-se no banco dos réus no Tribunal de São João Novo, no Porto, por suposto abuso de confiança fiscal ao desviar dinheiro das contribuições de funcionários da empresa que deveriam ser entegues à Segurança Social e não foram.

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A filha da cabeleireira, Inês Catarina, está igualmente a ser acusada pelos mesmos factos e ainda pela alegada não entrega de IVA ao fisco. Diante do juíz, mãe e filha mostraram algum arrependimento e dizem-se disponíveis para cumprir com as suas obrigações para com o Estado, um valor que ascende a 137 mil euros no total.

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Inês Pereira e Inês Catarina alegaram em tribunal que o problema foi terem confiado demasiado numa pessoa da família, referindo-se ambas ao ex-marido da cabeleireira e pai dos seus dois filhos e que entretanto já morreu como referimos. É sobre esse homem, que à altura dos factos seria o principal gestor dos negócios de Inês Pereira, que recaem agora as culpas. O Ministério Público pediu a condenação das duas mulheres sem especificar a pena em concreto. O acórdão está já marcado para o próximo dia 4 de maio. 

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