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Francisco Garcia recorda tempos de fama e assédio do 'Médico de Família' e como "achava que era o rei deste mundo"

O ator e apresentador Francisco Garcia falou da fama repentina que viveu nos anos 90 - quando a série da SIC era vista por 2 milhões de pessoas todas as semanas - e como ele e Sara Norte eram assediados através de chamadas telefónicas.
Por Joana Guterres | 20 de outubro de 2026 às 10:51
Francisco Garcia Foto: Foto: DR
Sara Norte, Henrique Mendes e Francisco Garcia Foto: Foto: DR
Francisco Garcia com Fernando Luís Foto: Foto: DR
Francisco Garcia Foto: Foto: DR
Francisco Garcia, Sofia Garcia, bebé Foto: Foto: Instagram
Francisco Garcia e Sofia Sousa Guedes Foto: Foto: Dida

Francisco Garcia foi o mais recente convidado de 'What’s Up? TV', e esteve à conversa com Carolina Patrocínio. O ator e apresentador, de 38 anos, recordou o seu percurso na televisão, que iniciou com apenas 8 anos no concurso 'Os Principais', da RTP, até ao sucesso estrondoso da série 'Médico de Família', da SIC, que todas as semanas era vista por cerca de 2 milhões de telespectadores.

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"Obviamente que há ali uma fase, especialmente no 'Médico de Família' que eu acho que sou o rei deste mundo e do que está para vir", começou por admitir.

"Porque apesar de eu ter uma vida perfeitamente normal (...) toda a gente te conhece e quem não te conhece quer-te conhecer. Com as raparigas eu achava que era 'a última Coca-cola' deste universo", contou.

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Francisco contou ainda que, na altura, os números de telefone circulavam abertamente e que teve de mudar de número muitas vezes porque "miúdas de todo o País" ligavam para ele e lembrou um episódio que passou ao lado da colega de elenco, Sara Norte.

"Lembro-me de uma cena, estava com a Sara num centro comercial em Lisboa e estão-nos a ligar a chatear. Estão a meter-se com ela, nem todas as chamadas eram simpáticas ou divertidas, algumas eram um bocado 'má onda'. E eu pego no telefone da Sara e digo 'ouve lá para com isto, liga para o meu' e desligo. E o meu começa a tocar", contou.

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O ator refletiu ainda sobre a necessidade de estar "sempre preparado para o falhanço", de se reinventar constantemente e de nunca ter medo do trabalho.

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