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Joana Amaral Dias indignada com condições da morte do pai, que morreu a caminho do hospital: "Não se justifica"

A psicóloga e ex-deputada do Bloco de Esquerda não cala a revoilta. Ambulância teve um atraso de duas horas no socorro ao conhecido psicanalista.
06 de dezembro de 2019 às 09:32
Joana Amaral Dias Foto: Flash
Joana Amaral Dias Foto: Flash
Carlos Amaral Dias Foto: Flash
Carlos Amaral Dias Foto: Flash
Carlos Amaral Dias Foto: Flash
Carlos Amaral Dias Foto: Flash
Carlos Amaral Dias Foto: Flash

Carlos Amaral Dias, o pai de Joana Amaral Dias, morreu na passada terça-feira, depois de se ter sentido mal em casa.

O psicanalista chamou o INEM mas a ambulância só terá chegado cerca de horas depois. Carlos Amaral Dais acabaria por morrer a caminho do hospital.

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O 'Fama ao Minuto' falou com a filha enlutada, que se mostrou revoltada com a aparente incompetência dos serviços de urgência.

O velório do meu pai realizar-se-á na segunda-feira pelas 18:00h na Basilica da Estrela em Lisboa. Na terça-feira, o funeral começará na Igreja de São José em Coimbra pelas 14.30, seguindo depois para o cemitério da Conchada onde descansará junto dos meus avós. Agradeço todas as mensagens de pesar, condolências e apoio. Têm sido centenas e, apesar de não conseguir responder, acreditem que todas contam, todas calam fundo e guardo cada uma. Bem haja.

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"Houve um intervalo de duas horas entre o pedido de socorro e a chegada do meu pai ao hospital. O meu pai morava no Marquês de Pombal e o hospital é o São José, um percurso relativamente curto dentro da cidade numa hora sem trânsito. Foi entre as 10 e as 11 da manhã. Não se justifica", afirmou Joana Amaral Dias.

O estranho atraso da ambulância deu que falar na imprensa e fez com que tenha sido aberto um inquérito pelo INEM.

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"A ausência do meu pai vai marcar muito toda a família e de certeza que as festividades não vão ser como tínhamos planeado. Mas em primeiro lugar estão os miúdos e a felicidade deles, nesse aspeto não vamos falhar", revelou ainda a antiga deputada do Bloco de Esquerda.

Carlos Amaral Dias tinha quatro filhos e era conhecido como o psicanalista da rádio.

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