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Saco do Ikea, mensagens sem resposta e as joias desaparecidas: os novos detalhes do caso que está a abalar o 'The Voice Portugal'

Há novos detalhes sobre o desaparecimento da coleção de joias usada por Maria Petronilho na final do 'The Voice'. Sabe-se agora como as peças foram transportadas antes de desaparecerem e quem está no centro da investigação.
Por Ana Cristina Esteveira | 30 de julho de 2026 às 10:12
Maria Petronilho, The Voice Portugal Foto: Instagram
Maria Petronilho, The Voice Portugal Foto: Instagram
Maria Petronilho, The Voice Portugal Foto: Instagram
Maria Petronilho, The Voice Portugal Foto: Instagram
Maria Petronilho, The Voice Portugal Foto: Instagram
Maria Petronilho, The Voice Portugal Foto: Instagram
Maria Petronilho, The Voice Portugal Foto: Instagram
Maria Petronilho, The Voice Portugal Foto: Instagram
Maria Petronilho, The Voice Portugal Foto: Instagram

O mistério em torno da coleção de joias desaparecida após a final do 'The Voice Portugal', programa da RTP1 apresentado por Catarina Furtado, continua longe de ficar resolvido. Enquanto a PSP prossegue as diligências, vão sendo conhecidos novos pormenores sobre o percurso das peças nas horas que se seguiram à emissão.

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Em causa está uma coleção de alta joalharia composta por seis gargantilhas, quatro pares de brincos, uma pulseira e um par de ganchos para o cabelo, produzidos em ouro branco e amarelo e adornados com brilhantes, esmeraldas colombianas e quartzos verdes. As peças, criadas pela designer Maria Baptista, custaram mais de 86 mil euros a produzir e têm um valor comercial estimado em mais de 346 mil euros.

As joias foram usadas pela apresentadora digital Maria Petronilho durante a gala final do concurso, a 4 de janeiro, mas nunca regressaram às mãos da criadora. A devolução estava prevista para o dia seguinte, na ourivesaria da família da designer, em Campo de Ourique, mas isso nunca aconteceu. Curiosamente, a stylist a quem as joias tinham sido emprestadas vive na mesma rua da ourivesaria. 

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Segundo os elementos recolhidos no âmbito da investigação, as peças terão sido colocadas num saco azul do Ikea e transportadas do estúdio, em Paço de Arcos, para um espaço no Beato. É a partir desse momento que o seu rasto se perde. A designer Maria Baptista responsabiliza a produtora de moda Raquel Guerreiro pelo desaparecimento da coleção.

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Já a stylist garante que também foi vítima desta situação e sustenta que as joias terão sido furtadas durante o transporte, apontando responsabilidades à empresa encarregada da mudança. As duas mulheres trocaram mensagens durante vários dias, mas o contacto acabou por ser interrompido. Entretanto, Raquel Guerreiro apresentou uma participação por furto na PSP de Faro, enquanto Maria Baptista avançou igualmente com uma queixa.

Até ao momento, as autoridades ainda não conseguiram localizar as joias nem identificar quem esteve na origem do seu desaparecimento, mantendo-se em aberto um dos casos que está a dar muito que falar nos bastidores da televisão e da moda.


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