Todo o imaginário desta coleção divide-se entre o Nepal e a Índia. Peças assumidamente complexas e intensas acabam por ser desconstruídas pelo talento da criadora em algo maravilhosamente simples.
25 de março de 2017 às 15:19
Anabela Baldaque
Foto: Flash
Anabela Baldaque
Foto: Flash
Anabela Baldaque
Foto: Flash
Anabela Baldaque
Foto: Flash
Anabela Baldaque
Foto: Flash
Anabela Baldaque
Foto: Flash
Anabela Baldaque
Foto: Flash
Anabela Baldaque
Foto: Flash
Anabela Baldaque
Foto: Flash
Anabela Baldaque
Foto: Flash
Anabela Baldaque
Foto: Flash
Anabela Baldaque
Foto: Flash
Anabela Baldaque
Foto: Flash
Anabela Baldaque
Foto: Flash
Anabela Baldaque
Foto: Flash
Anabela Baldaque
Foto: Flash
Anabela Baldaque
Foto: Flash
As propostas de Baldaque podem ser resumidas em silhuetas marcadas por volume e muitas camadas, além de presença assumida de um jogo de contrastes de texturas.
A criadora apostou forte nas mangas como elemento de destaque. Quanto às cores, destacam-se os azuis escuros, embrulhados em cinzas e pretos. Jogos gráficos de pretos e brancos, tal como de ocre e beges.
Refira-se também a escolha do verde oliva e verde água, como do prata, rosas em harmonia perfeita com o castanho cobre.
A criadora apostou forte nas mangas como elemento de destaque. Quanto às cores, destacam-se os azuis escuros, embrulhados em cinzas e pretos. Jogos gráficos de pretos e brancos, tal como de ocre e beges.