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Joe Berardo foi detido por fraude em financiamentos concedidos pela Caixa Geral de Depósitos

Ministério Público e Polícia Judiciária têm em curso uma megaoperação em Lisboa, no Funchal e em Sesimbra.
29 de junho de 2021 às 10:22
Joe Berardo Foto: Flash
Joe Berardo Foto: Flash
Joe Berardo, Carolina Gonçalves Foto: Flash
Joe Berardo Foto: Flash
Joe Berardo Foto: Flash
Joe Berardo Foto: Flash
Joe Berardo Foto: Flash
Joe Berardo Foto: Flash
Joe Berardo Foto: Flash
Joe Berardo Foto: Flash
Joe Berardo Foto: Flash
Joe Berardo Foto: Flash
Joe Berardo Foto: Flash

Joe Berardo foi detido no decorrer de uma operação da Polícia Judiciária por burlas em financiamentos concedidos pela Caixa Geral de Depósitos.  

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O empresário madeirense foi esta manhã de terça-feira detido e, em curso, estão cerca de 50 buscas no âmbito de um inquérito dirigido pelo Ministério Público do Departamento Central de Investigação e Ação Penal no processo Caixa Geral Depósitos.

A megaoperação decorre em Lisboa, no Funchal e em Sesimbra.

De acordo com informação avançada pela Polícia Judiciária (PJ), foram efetuadas 51 buscas, 22 buscas domiciliárias, 25 buscas não domiciliárias, 3 buscas em instituição bancária e uma busca num escritório de advogados. 

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A investigação, iniciada em 2016, identificou procedimentos internos em processos de concessão, reestruturação, acompanhamento e recuperação de crédito, contrários às boas práticas bancárias e que podem configurar a prática de crime.

"A operação da PJ incidiu sobretudo num grupo económico, que entre 2006 e 2009, contratou 4 operações de financiamentos com a CGD, no valor de cerca de 439 milhões de Euros. Este grupo económico tem incumprido com os contratos e recorrido aos mecanismos de renegociação e reestruturação de dívida para não a amortizar.", lê-se no comunicado enviado pela PJ.

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Atualmente este grupo económico causou um prejuízo de quase mil milhões de Euros à CGD, ao NB e ao BCP, tendo sido identificados atos passiveis de responsabilidade criminal e de dissipação de património.

A operação envolveu 180 profissionais, 138 da PJ, 26 da AT,9 do MP e 7 JIC.

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