Há oito anos, Pedro Passos Coelho renunciava ao cargo de deputado e fechava a porta política para apoiar a mulher, Laura, no inferno do cancro. Depois da morte da fisioterapeuta, honrou a promessa de estar ao lado da filha menor, enquanto dele dependesse, e fechou-se num casulo familiar. Hoje, com o clã organizado, dá cada vez mais sinais de estar pronto para voltar e, na última terça-feira, 24, declarou-se como uma voz crítica do Governo e não deixou nada por dizer. Da vida de recato ao furacão político, conheça a nova vida do antigo primeiro-ministro.
Trata-se de parte de uma entrevista para o programa da Netflix 'Famous Last Words', que só é transmitido depois do entrevistado morrer. Depois de Jane Goodall, foi a vez do ator Eric Dane, que morreu na quinta-feira, aos 53 anos, vítima de esclerose lateral amiotrófica. Veja o vídeo que está a comover os fãs de 'Dr. Mark Sloan' de 'Anatomia de Grey'.
A atriz de 63 anos esteve no Tribeca Film Festival, recordou o sucesso que foram as suas comédias e trouxe mensagem de esperança: "É o momento de celebrar a arte. A arte e não a guerra!"
Apesar do divórcio, o político e a cantora das Doce souberam sempre manter-se unidos e ainda bem que assim foi. Quando ele perdeu a segunda mulher e o pai num curto espaço de tempo, foi Fátima que o 'salvou' e o mesmo aconteceu nas longas batalhas pela saúde. Um amor de família que sobrevive a tudo e que agora cresce com novos motivos de celebração.
Vários anos depois, Passos Coelho volta à vida política para se posicionar ao lado de Luís Montenegro. Pelo meio, houve um longo interregno no qual deu aulas, chorou a morte de três entes queridos e assumiu-se como pai a tempo inteiro da filha mais nova, Júlia, a sua força para enfrentar a dor de ter de viver sem a mulher.
A filha do jornalista da RTP sofre de paralisia cerebral e assustou o pai quando "do nada começou a sentir formigueiros nas extremidades, faltas de sensibilidade".