Carolina Ortigão, como outros comentadores do programa 'Passadeira Vermelha', da SIC Caras, não acreditam que a relação entre a atriz portuguesa e o piloto de Fórmula 1 tenha "pernas para andar".
Maria das Dores viu a sua vida marcada por dor e frustração, experiências dramáticas podem ter sido decisivas na decisão de encomendar a morte do marido.
Zangam-se as 'comadres', desenterram-se as verdades... A guerra entre José Castelo Branco e David Motta descambou num enorme lavar de roupa suja em praça pública, com histórias do passado a serem desenterradas. Do macabro homicídio a mando de Maria das Dores, que chocou o País, ao 'assalto' do designer à conta do pai, o ainda marido de Betty Grafstein não deixa nada por dizer e promete fazer cair, um por um, todos os segredos do antigo amigo, que agora não pode ver à frente.
O filho de Maria das Dores voltou a fazer algumas acusações ao antigo marchand d'art e obriga o ainda marido de Betty Grafstein a defender-se publicamente.
Filho da conhecida socialite Maria das Dores, história do novo comentador da SIC fica para sempre marcada pelo ano de 2007, quando a mãe encomendou a morte do marido. Apesar do crime hediondo, David nunca virou as costas à progenitora.
Projeto foi anunciado na nova conta de Instagram da norte-americana. Vai ser desenvolvido em Portugal e nos Estados Unidos e visa ajudar mulheres violentadas às mãos dos companheiros.
Aos 96 anos e com uma saúde cada vez mais débil, Betty poderá não ter o mesmo tempo que a Justiça portuguesa, onde o processo de violência doméstica se arrasta sem conhecer grandes avanços. Numa luta contra o tempo, o filho da americana ergue esforços para resolver todas as questões judiciais com Castelo Branco, numa guerra que vai muito além da queixa por maus-tratos e na qual, inevitavelmente, o tema da herança está em cima da mesa. Entre as batalhas e os jogos de bastidores, foi gravado um novo vídeo em que a americana quebra o silêncio sobre a violência e que será usado em tribunal para memória futura. Entenda tudo o que está em jogo.