Se 2025 a consagrou como o grande nome do humor em Portugal, 2026 consolida o trabalho de Joana e engrossa a sua conta bancária, que arriscou perder 1 milhão para os Anjos, mas entretanto já duplicou esse valor.
Há uma nova dona no futebol português. Andreia Nunes L'Or é a primeira mulher a controlar o capital de uma sociedade desportiva em nome próprio e já traçou o plano para transformar o histórico Alcochetense numa referência de sucesso.
Depois do encerramento do Alma no Chiado, o chef Henrique Sá Pessoa inaugura, no Páteo Bagatela, um novo restaurante homónimo, combinando sofisticação, menus de degustação e um ambiente intimista que promete marcar a gastronomia lisboeta.
Humorista deu a cara por Joana no milionário processo movido pelos Anjos e tem sido uma das vozes mais ativas na defesa daquela que há muito deixou de ser apenas uma colega. Se excluirmos os clubes, os dois assumem que têm cabeças muito parecidas e nem o facto de, a dada altura, Joana ter saído da sombra do 'Isto é Gozar com quem Trabalha', para o estrelato em nome próprio beliscou a amizade. Pelo contrário: RAP é o primeiro a estender-lhe o tapete vermelho: "A Joana trabalha com o único objectivo de nos mostrar que é a mais reles, a mais infantil, a mais irresponsável, a pior. É por isso que é a melhor", já fez saber.
Começa com a história que podia ter impedido, antes demais, esta biografia, e que conta como o pai do Papa Francisco, já de bilhete na mão, não embarcou na viagem que ficaria para a história como o desastre do Titanic italiano, resultando num impressionante naufrágio no mar. A sorte ditaria o nascimento de Mario Bergoglio, agora conhecido por Francisco, que cresceu num bairro típico de Buenos Aires e fez tudo aquilo que havia para fazer até decidir seguir a via religiosa. As distórias, deliciosas, são agora contadas em nome próprio, numa biografia disruptiva em que nada fica por dizer.
O dinheiro e o estatuto mudaram de mãos em Portugal. Com a queda dos Espírito Santo, abriu-se espaço ao nascer de um novo império. 'Dona' da Avenida da Liberdade e da Comporta, Paula Amorim é hoje o símbolo máximo do status quo no País, mas também aquela que ajudou a tornar Portugal mais apetecível aos olhos de quem nos visita. Com a sua visão estratégica, que herdou do pai, mas que também esgrimiu por conta própria, a empresária soube criar um novo caminho no segmento do luxo, que mudou tudo. Américo Amorim, certamente, estaria orgulhoso.
Portuguesa tem trilhado, ao longo da carreira, um percurso de assinatura própria fora dos ecrãs. Tal como aconteceu com Oprah Winfrey, o futuro de Cristina poderá passar por um projeto próprio, onde conseguirá fazer, finalmente, a televisão com que sempre sonhou.
Toy, de 61 anos de idade, lançou o seu próprio vinho, neste domingo, dia 10 de novembro, num evento que teve direito a tudo, entre garrafas autografadas pelo cantor, degustações de vinho e música.
Maria Cerqueira Gomes tornnou-se na primeira figura da televisão portuguesa a ter um documentário sobre a sua vida, sob a égide da conceituada ¡HOLA!, e já lucra, e muito, com isso.
No seu documentário mais íntimo, Maria entreabre a porta da vida privada. Criada num ambiente seguro e privilegiado, admite que até aos 10 anos vivia num conto de fadas, rodeada de mimo, que fazia com que, nessa altura, ainda continuasse, por exemplo, a beber biberão com leite, chocolate e açúcar. O divórcio dos pais foi o primeiro grande golpe, ainda que lhe tenha mostrado uma vida que hoje adora, com sete irmãos. Agora numa fase feliz no trabalho e também no amor, ao lado de Cayetano Rivera, a nortenha, de 41 anos, gere com inteligência esta nova etapa, sem nunca se deslumbrar. Afinal, ela sabe como é fácil hoje estarmos lá em cima e amanhã já não sermos assim tão bons. Está tranquila em relação a isso, e diz que tudo o que quer é ser feliz!