Estuda economia e gestão e desde 2024 é uma fera no negócio das bitcoins e dos tokens. Possui uma fortuna avaliada em 130 milhões de euros, mas que pode ser superior. Nas redes sociais é gozado por cibernautas que lhe chamam "génio" sem "ter trabalhado" na vida. E há também quem diga que "prosperou com a ajuda do pai". Barron ignora-os e continua a enriquecer. Tanto que a sua conta bancária já vale o dobro da da mãe.
Luís Represas não deixou apenas um legado na música portuguesa. Há 40 anos fundou o Xafarix, um bar que se tornou um dos maiores símbolos da noite lisboeta e por onde passaram inúmeras personalidades do meio da música e das artes. Hoje, aos 40 anos, o espaço mantém-se vivo, embora com uma identidade renovada.
Tinha 96 anos e uma vida que dava um filme. Foi amigo de Juan Carlos I, conviveu com Walt Disney, Evita Perón, Hugo Chávez e Francisco Sá Carneiro e transformou uma simples barraca de praia num dos locais mais emblemáticos de Cascais.
Filho de peixe sabe nadar, diz o ditado popular, e Olivier, filho do grande chef Michel da Costa, fá-lo em várias modalidades. Se o pai foi o primeiro cozinheiro a ter uma estrela Michelin em Portugal, o filho já vai em 35 restaurantes, em sete países e três continentes.
Marcelo Rebelo de Sousa já provou e deu "nota positiva" aos vinhos de António José Seguro. O ex-Presidente elogia o vigor e a elegância do "Serra P", o projeto vitivinícola que o seu sucessor ergueu em Penamacor como homenagem ao pai e que agora chega à mesa do Palácio.
Com apenas 23 anos, Maria Margarida Seguro é um dos rostos da nova família presidencial. Reservada e longe dos holofotes, a filha do novo Presidente da República começa agora a assumir responsabilidades nos negócios da família, enquanto divide a vida entre Lisboa e Penamacor.
Dono de um império do ramo de mobiliário e decoração, o empresário nortenho garante, orgulhoso, que o seu sucesso profissional se deve exclusivamente à sua dedicação e empenho.
Entre nomes como Dior, Cartier ou Gucci, há um rosto português que tem sido o grande responsável pelo maior cosmopolitismo da Avenida da Liberdade, que se engrandece perante os gigantes da Europa. Assume que investir num país com uma "carga fiscal gigantesca, quase insuperável" não é fácil, mas que o coração pesa sempre para o lado luso, onde admite haver ainda muitas oportunidades, sendo que as mais a encantam são no segmento do luxo. "Há imensas oportunidades em Portugal, mas não há espaço em Portugal para um turismo de massas, Portugal deve ser preservado e um turismo de massa não penso que seja o melhor para o País."
Cresceu numa cozinha do restaurante do pai, Michel, e, por isso, abrir os seus próprios espaços foi um percurso natural. Já teve todo o tipo de restaurantes, fechou uns e abriu outros tantos, mas apesar das conquistas assume a mágoa de não ser reconhecido pelos colegas. Tem confiança no que faz, mas sabe ver quando o vizinho do lado faz melhor, como é o caso de Miguel Guedes de Sousa, o 'restaurateur' marido de Paula Amorim. "O nosso amigo Manota pode abrir o que quiser. E ele tem o melhor conceito, é o melhor de todos."