A mulher do príncipe Alberto nunca reuniu consenso no Mónaco e já foi acusada de tudo um pouco, enquanto tenta fazer o seu caminho silenciosamente, longe das críticas e polémicas. Neste Natal, temo-la visto confiante, ao lado do marido e dos filhos, num ressurgimento em que passa a imagem de um maior empoderamento.
Se na reta final da vida lhe conhecemos um amor sereno, com Tita, a mulher que esteve incondicionalmente ao seu lado, na fase áurea de Francisco Pinto Balsemão, a vida sentimental foi marcada por grandes turbulências. O primeiro casamento acabou entre traições, com o nascimento de um filho fora do casamento, que culminou num divórcio polémico e magoado. Seria apenas muito depois da batalha judicial que o fundador da SIC aceitaria reconhecer Francisco, o terceiro dos cinco filhos que, a par com a mulher, completa o leque dos seus legítimos herdeiros.
O príncipe monegasco celebra hoje 67 anos e é visto como o homem certo para o lugar que ocupa. Mas nem sempre foi assim. Deve à sua "salvação" à mulher com quem casou.
Daniele Suzuki namorou durante dois anos com o ator português e garantiu, em conversa num podcast, que comportamento de Ricardo Pereira não foi o melhor na relação.
Três mortes por enfarte em menos de um mês. Morreu o pai, o irmão deste e a filha, com apenas 46 anos. Um drama que deixou em choque o país vizinho já que a família Lapique Goyanes é uma das mais conhecidas do outro lado da fronteira.
A neta da princesa Bárbara de Orleans é jovem, rica e poderá vir a entrar pela porta grande pelo palácio real do Mónaco. Concorrência feroz para as mulheres da família Grimaldi.