José Avillez, Henrique Sá Pessoa, Rui Paula, Vítor Sobral, Ljubomir Stanisic e o pacato Vítor Matos são os suspeitos do costume num universo onde impera a inveja, o ciúme, mas também provas de amizade.
Deixe-se inspirar pelo manifesto de slow living da nova edição FLASH! de verão: 178 páginas de grandes entrevistas, tendências de moda e beleza e roteiros exclusivos de lifestyle, nas bancas já esta terça-feira.
Frustrado por olhar para as contas finais e ver que um ano de lucro nos seus restaurantes é igual ao que ganha num mês a trabalhar com a marca Chakall, cansado de fazer 150 voos por ano pelo mundo a gravar programas de televisão, o chef do turbante decidiu em 2022 mudar a sua vida. Chakall, ou Eduardo, como lhe chama a mãe, lava a alma numa conversa dura, intensa, mas, mesmo assim, plena de esperança.
O mais temido chef da televisão nacional, outrora disputado pelos dois canais privados portugueses, viu-se subitamente sem trabalho e obrigado a refugiar-se no campo, longe dos restaurantes... e das televisões.
O chef jugoslavo está focado na sua nova vida em Grândola, depois de ter anunciado a venda do grupo de restauração 100 Maneiras, no início deste mês. Agora, caça javalis, pesca e desenvolve os seus projetos numa agrofloresta.
Depois de ter anunciado a venda do grupo de restauração 100 Maneiras, no início deste mês, o mediático chef confidenciou a amigos que prefere a vida calma do interior do País, onde se tem focado em atividades como a caça e a pesca.
São as celebridades de um setor cheio de anónimos que também fecham as portas dos seus restaurantes e perdem tudo. As dívidas, os preços elevados dos pratos em espaços de cozinha de autor, a fuga dos clientes e uma suposta crise na restauração estão a fazer tombar os cozinheiros televisivos mais famosos.
Toda a popularidade conquistada por Ljubomir Stanisic nos seus polémicos programas televisivos desmoronou-se como um baralho de cartas. Acusações em tribunal, queixas na ERC por causa dos insultos na TV e o fim da estrela Michelin minaram um percurso que tinha tudo para ser brilhante.
Em 2009, falido, cheio de dívidas e depois de noites em que dormiu num banco de jardim, conseguiu reerguer-se e reabriu o '100 Maneiras' no Chiado. Em 2024, após vários desaires pessoais e empresariais, começou uma travessia no deserto da restauração que culminou agora na venda de todos os seus restaurantes. Perdeu a estrela Michelin, um dos espaços ardeu, deixou escapar um contrato televisivo milionário. Diz que se vai dedicar "à vida no campo".