Tédio é uma das palavras que nunca será usada para descrever dez anos da presidência de Marcelo Rebelo de Sousa, que dia 9 de março passará a pasta ao aparentemente tranquilo novo eleito António José Seguro. Taticista, Marcelo foi um estratega em Belém, mesmo quando fez da estabilidade política uma bandeira. Criticou o Governo quando este geriu mal o drama dos fogos em 2017, obrigando mesmo António Costa a demitir a MAI da altura. Foi herói a salvar donzelas em perigo no mar, viveu muita proximidade ao povo e acabou vergado por dois duros anos de decisões difíceis e impopulares durante a pandemia da Covid-19. Aguentou demissões e quedas de governos e sofreu ao ver o seu nome envolvido num escândalo de favorecimento. Isso magoou-o pessoalmente e fragilizou-o então junto da opinião pública, das forças políticas e fê-lo cortar relações com o filho, Nuno.
O colega de Cristina Ferreira nas manhãs da estação de Queluz de Baixo não é um nome que deixe as pessoas indiferentes, como se percebe através da opinião de um conhecido escritor.
A escritora e mãe de Paulo Portas e do malogrado Miguel Portas tem uma opinião muito concreta sobre as acusações de assédio sexual de Inês Bichão ao candidato João Cotrim de Figueiredo e, por isso, quebrou o silêncio.
Jovem gerou onda solidária após ter lançado um apelo para a ajudarem a conseguir uma segunda opinião sobre o seu caso. Numa publicação emocionada, família comunicou que Ângela não tinha resistido à doença e agradeceu todo o carinho.
Ângela Pereira está internada no IPO do Porto e garante que não quer dinheiro, apenas uma segunda opinião médica. Está em curso uma imensa onda solidária para salvar a jovem de Viana do Castelo. Há muitos famosos que também não ficaram indiferentes.
O ex-primeiro ministro construiu o império mais poderoso dos media portugueses. Só que o grupo Impresa passa agora por sérias dificuldades e a venda a investidores estrangeiros pode ser a única forma de salvar a SIC e o jornal 'Expresso'.