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Afinal quem é, na verdade, Mafalda Livermore: do namorado do Chega à relação com André Ventura

Quem é a mulher que está no centro da polémica, qual a verdadeira relação com André Ventura, que diz ser o seu "ídolo", as ligações a Carlos Moedas e o namoro com Bruno Mascarenhas, 20 anos mais velho, vereador do Chega na edilidade da capital, apontado como o responsável por colocá-la num cargo na administração dos Serviços Sociais da Câmara Municipal de Lisboa.
Por Rute Lourenço | 18 de março de 2026 às 19:08
Mafalda Livermore, namorada de vereador, enfrenta acusações de império clandestino na habitação Flash
Mafalda Livermore em foco após ligações a figuras políticas e namoro com vereador do Chega Flash
Mafalda Livermore, figura em polémica com ligações a André Ventura e Bruno Mascarenhas Flash
Mafalda Livermore no centro da polémica com namorado do Chega e ligações a Ventura Flash
Mafalda Livermore no centro de polémica com ligações a Ventura e Moedas Flash
Mafalda Livermore, figura em polémica ligada a Ventura, Chega e CML Flash
Mafalda Livermore: polémica, relação com Ventura, ligações a Moedas e namoro com Mascarenhas Flash
Mafalda Livermore, figura central na polémica, tem ligações a Ventura, Moedas e Mascarenhas Flash
Mafalda Livermore no centro da polémica, entre o Chega e a Câmara Municipal de Lisboa Flash
Mafalda Livermore, figura central em polémica que envolve ligações políticas e pessoais em Lisboa Flash
Mafalda Livermore no centro da polémica sobre ligações políticas e pessoais Flash

O nome de Mafalda Livermore saltou nas últimas semanas para o centro das atenções pelos piores motivos. No centro da polémica, esta loira misteriosa, namorada de Bruno de Mascarenhas (já lá vamos), antiga vogal da administração dos Serviços Sociais da Câmara de Lisboa é acusada de ter construído um império de habitação clandestina, segundo revelou a RTP, sendo suspeita de arrendamento de vários imóveis com poucos metros quadrados em condições indignas, sem contrato a dezenas de imigrantes ilegais. O valor médio das rendas rondaria os 600 euros, sendo que na altura a ex-funcionária da autarquia justificou que alguns dos imóveis foram passados a terceiros que passaram a gerir os espaços e que não tem dados sobre os números de inquilinos.

Mafalda Livermore, militante do Chega, nega acusação de arrendar casas a imigrantes ilegais Foto: Flash
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Mas, para lá das acusações, o interesse em torno de Mafalda Livermore, tem muito a ver com as suas ligações políticas. Mas quem é afinal a mulher no centro do escândalo? Nas redes sociais, apresenta-se como criminologista, estando também a ser investigada pelo Ministério Público por usurpação de funções, por suspeita de dar aconselhamento jurídico sem ser advogada.

Mafalda Livermore defende-se no caso das casas arrendadas a imigrantes Foto: Flash
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Nomeada para o cargo na câmara de Lisboa por Carlos Moedas, Mafalda, de 35 anos, foi indicada pelo seu namorado, Bruno Mascarenhas, de 54 anos, que é vereador do Chega na autarquia, sendo que o alegado favorecimento está a gerar celeuma.

A deputada Rita Matias pediu a demissão do colega de partido por "envergonhar" o Chega. "Bruno Mascarenhas, se quiser fazer um favor ao partido Chega, demita-se de vereador - saia e passe o lugar. Espero que não fique como independente. Passe o lugar para ficar alguém que realmente represente o partido Chega e os seus interesses", referiu no seu espaço de comentário no canal 'Now', acrescentando: "Não posso dourar a pílula. É um caso que envergonha o partido Chega. Lamento imenso que tenha acontecido e espero que tenha as devidas consequências."

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Mafalda Livermore defende-se após acusação de arrendar casas a ilegais Foto: Flash

Também André Ventura falaria sobre o caso para garantir que quem nomeou Mafalda Livermore foi "Carlos Moedas e não Bruno Mascarenhas", afirmando que o partido não "protege ninguém". No entanto, apesar da vontade de se desmarcar da polémica e do nome da criminologista, esta parece não ser recíproca e, em entrevista à CMTV, a antiga vogal da Câmara afirmou que a relação com Ventura não foi beliscada, referindo-se mesmo ao líder do partido como o seu "ídolo". "O presidente André Ventura é o meu ídolo, gosto muito dele, tenho uma boa relação com ele", disse, reforçando que o líder do partido acredita na sua palavra.

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Isto porque a militante do Chega garantiu, na mesma entrevista à CMTV, que não tinha várias casas arrendadas a imigrantes ilegais, corrigindo que só tinha um apartamento arrendado, mas que os inquilinos não eram imigrantes em condições de ilegalidade. "Tive algumas casas ao longo da minha vida, como qualquer ser humano, que já foram vendidas há muito tempo e que também não eram alugadas, eram casas onde eu vivia com a minha família."

André Ventura, Rita Matias Foto: Flash

O AUDIO QUE PÕE EM DÚVIDA CARLOS MOEDAS

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Ainda no esclarecimento sobre o caso que fez à CMTV, Mafalda Livermore rejeita a versão de Carlos Moedas de que foi expulsa de funções na Câmara Municipal, garantindo que foi ela própria quem colocou o lugar à disposição. "Não fui exonerada. Pus o meu lugar à disposição antes desta reportagem, por respeito aos trabalhadores e ao meu bom-nome. Ao contrário do que diz o engenheiro Carlos Moedas, ele até hoje não falou comigo. Fui chamada pelo vice-presidente Gonçalo Reis que admitiu na totalidade que a minha competência e toda a minha performance nos Serviços Sociais foi intacta e super profissional. Ele disse que não era por isso que eu teria de repensar a minha posição era, simplesmente, pelo facto de que iria haver uma reportagem. Eu disse: 'Vou pensar, porque me está a pedir, no entanto, não concordo'", acrescentou na CMTV, revelando ainda que há "um áudio" desta conversa, o que segundo a própria contraria a versão de Carlos Moedas.

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