O passado que Melania Trump quer apagar: ex-modelo brasileira promete apresentar provas que podem 'implodir' a Casa Branca
O passado de Melania Trump está sob fogo. Amanda Ungaro, a ex-modelo brasileira recentemente deportada dos EUA, quebra o silêncio e ameaça divulgar provas explosivas sobre a ligação do casal presidencial ao escândalo de Jeffrey Epstein, com a garantia que irá por fim ao sistema de Donald Trump.Donald Trump e a primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, voltam a estar no centro de uma tempestade mediática que promete abalar os alicerces da Casa Branca. A protagonista é Amanda Ungaro, uma ex-modelo brasileira de 41 anos de idade e antiga figura de destaque nos círculos da elite da política e poder norte-americanos, que ameaça revelar segredos comprometedores sobre a ligação do casal presidencial ao falecido predador sexual Jeffrey Epstein.
O caso ganhou dimensão depois da inusitada declaração-surpresa da primeira-dama, a partir da Casa Branca, na última quinta-feira, 9 de abril, onde pediu fim das “mentiras” sobre si e Jeffrey Epstein. “Nunca tive uma relação com Epstein ou com a sua cúmplice Maxwell”, declarou Melania Trump, numa rara conferência de imprensa. “As mentiras que me relacionam com o infame Jeffrey Epstein têm de acabar hoje", disse. As declarações da primeira-dama tiveram exatamente o efeito contrário, com os media norte-americanos, e não só, a interrogarem-se do porquê destas declarações agora.
QUEM É AMANDA UNGARO
A resposta pode estar em Amanda Ungaro. Deportada dos Estados Unidos em outubro de 2025, após uma detenção de mais de três meses por alegada fraude e visto expirado, Ungaro não poupou críticas nas redes sociais. Segundo a 'Newsweek', a brasileira reagiu com violência à negação pública de Melania Trump sobre qualquer vínculo com Epstein, prometendo tomar medidas legais contra o casal presidencial, ao mesmo tempo que chamava o presidente de "pedófilo". "Vou derrubar o vosso sistema corrupto (...) Talvez devas ter medo do que eu sei", escreveu no X (antigo Twitter).
As ligações de Ungaro ao universo Trump são profundas. Durante duas décadas, foi companheira de Paolo Zampolli, um aliado próximo de Donald Trump e o homem que, alegadamente, apresentou o presidente a Melania em 1998. De acordo com o jornal 'O Globo', Amanda acusa o ex-marido de usar a sua influência na Casa Branca para forçar a sua deportação, no âmbito de uma disputa pela guarda do filho adolescente de ambos.
O INFAME 'LOLITA EXPRESS' E AS AMEAÇAS À FAMÍLIA TRUMP
Mais perturbador é o relato da sua chegada aos EUA. Conforme detalhado pelo portal 'Brasil 247', Amanda Ungaro terá chegado a Nova Iorque ainda adolescente a bordo de um avião de Jeffrey Epstein, o infame 'Lolita Express'. Numa entrevista citada pelo 'O Globo', a ex-modelo recordou o medo que sentiu ao ver tantas jovens a bordo e a interação próxima entre Epstein e a sua cúmplice, Ghislaine Maxwell.
Embora a Casa Branca e o Departamento de Segurança Interna dos EUA neguem qualquer motivação política na deportação de Ungaro, a ex-modelo insiste que a primeira-dama sempre esteve presente na sua vida, chegando a enviar o Serviço Secreto para felicitar o seu filho em aniversários. De acordo com o 'News Daily 24', apesar de Ungaro ter tido funções diplomáticas por Granada nas Nações Unidas, o seu passado está agora a ser usado como arma de arremesso contra a administração Trump.
Zampolli, por seu lado, nega ter pedido favores ao ICE (serviço de imigração) e reafirmou à 'Newsweek' a sua disponibilidade para testemunhar no Congresso dos Estados Unidos, insistindo que as alegações de Ungaro são "totalmente absurdas". No entanto, a brasileira, que afirma "não ter nada a perder", faz tremer a Casa Branca com a promessa de divulgar provas que podem ligar definitivamente o nome dos Trump ao escândalo de prostituição e pedofilia que envolveu a rede de Epstein.