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Surpresa

Chocante! Angelina Jolie sem intimidade há dez anos. Atriz em celibato forçado após divórcio de Brad Pitt

As revelações surpreendentes surgem durante uma entrevista sobre o seu novo filme 'Couture', em que interpreta o papel de uma muher com cancro de mama.
Por João Bénard Garcia | 01 de agosto de 2026 às 13:31
Angelina Jolie, Brad Pitt Flash
Angelina Jolie e James Haven nos Globos de Ouro, dois meses antes dos Óscares Foto: Getty Images
angelina jolie e brad pitt Flash
Angelina Jolie Foto: Medialivre
Angelina Jolie Foto: Instagram
Angelina Jolie Foto: Instagram
Brad Pitt e Angelina Jolie Foto: IMDB

A atriz Angelina Jolie, de 51 anos de idade, fez uma confissão surpreendente e chocante durante uma entrevista ao site Yahoo Entertainment, a propósito das cenas íntimas no seu último filme, 'Couture', uma película sobre o drama de uma mulher que enfrenta um cancro na mama. "Para ser sincera, não namoro desde que me divorciei há dez anos [do ator Brad Pitt]", confessou, explicando as razões para o seu celibato forçado: "Acabo a pensar que esse meu lado não está no centro da minha vida se estou focada nos meus filhos, na minha família".

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O filme aborda questões pertinentes sobre a doença, mas também sobre o sua sexualidade após o diagnóstico. Algo que para a atriz que encarnou o papel de Maxine, "é uma situação raramente abordada". A confissão de estar há dez anos sem ter intimidade sexual na vida real surge na entrevista quando fala na cenas íntimas com a sua contracena. Quando Angelina Jolie leu o guião pela primeira vez, ficou impressionada com a forma intencional como a realizadora Alice Winocour abordou essa parte da história da personagem Maxine.

Na conversa com o site Yahoo, Jolie relativiza a ideia de que a doença se deva tornar a única identidade de alguém. "Isso fazia parte de continuar a viver em todos os aspectos, de viver até o último suspiro, certo?", questiona, rematando com a conclusão a que chegou: "E não começar a viver apenas como paciente". Para si, o tema da intimidade ganhou um significado especial. Numa das cenas mais íntimas das gravações acaba por reconhecer que explorar esse lado de sua personagem a obrigou a confrontar algumas de suas próprias suposições.

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"Levei um segundo para entender, tipo, bem, ela também pode amar a filha, ser dedicada à filha e também precisar disso como mulher e receber isso como mulher", afirma, assumindo indiretamente que reexaminar as prioridades – e escolher o que realmente importa – tem um impacto que vai muito para além das telas. "Sim, as coisas estão a mudar, mas de uma forma que eu não esperava. Não me sinto como se tivesse 51 anos e começasse a pensar em envelhecer. Penso que preciso viver de novo. Ser livre de novo", reconhece, conscientemente: "De certa forma, talvez a vida me tenha quebrado um pouco".

A atriz reconhece que este filme 'Couture' desafiou suas ideias preconcebidas sobre o amor, por que não namora desde o divórcio, e revela que são as filhas jovens adolescentes [Zahara, 21, Shiloh, 20, e Vivienne, 17] quem está a incentivar a mãe a voltar a amar e a entregar-se a um novo amor. "Talvez tenha voltado a ser um pouco mais a pessoa que eu costumava ser. As minhas filhas estão mais velhas e falam comigo como mulheres jovens. Estou a perceber o que quero para elas. Estou a ver o que não quero que elas percam e o que quero que elas valorizem. E isso recorda-me do que talvez eu tenha perdido."

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