Dinheiro, festas e mulheres: o "lado oculto" do príncipe Alberto II do Mónaco prestes a vir a público entre novos escândalos
Das alegadas infidelidades à tristeza da princesa Charlene, a obra escrita por Claude Palmero promete voltar a abalar a vida do monarca monegasco.Já está à venda o livro ‘Mónaco Proibido’, escrito por Claude Palmero, antigo homem de confiança do príncipe Alberto II e que traz à luz revelações que poderão abalar a vida do monarca monegasco. Recorde-se que Claude Palmero foi, durante mais de 20 anos, administrador financeiro da família real do Mónaco. Depois de ter sido despedido em 2023, começou a revelar segredos sobre o príncipe Alberto II, que o denunciou por, entre outras coisas, violação do sigilo profissional e atentado à vida privada e familiar.
Claude Palmero, ex-conselheiro do príncipe e antigo gestor dos seus bens, está de volta com mais revelações e a polémica em torno do soberano monegasco vai reacender. Uma delas tem a ver com a mulher de Alberto do Mónaco, a princesa Charlene, sobre quem o autor deste livro também escreve. O jornal alemão ‘Bild’ teve acesso a alguns trechos da obra e já os tornou públicos.
"Com o tempo, tive a impressão de que Charlene estava a afundar-se numa profunda melancolia. Obcecado com números e orçamentos, ignorei o quão infeliz Charlene devia estar, lançada num mundo completamente desconhecido, com um marido cujo lado oculto ela provavelmente só descobriu gradualmente", pode ler-se na obra, avança a revista ‘Vanitatis’, citando a publicação alemã.
O antigo homem de confiança de Alberto do Mónaco descreve-o assim: "O príncipe é um mestre em adiar decisões. As suas três paixões: desporto, festas e mulheres". Neste novo livro, Caude Palmero não deixa de lado as alegadas infidelidades do monarca, descrevendo um episódio em que teve de comprar fotos comprometedoras de uma mulher para o proteger. "Ela exigiu dinheiro; caso contrário, ofereceria as fotos à imprensa. Não sei se Alberto as viu; pelo menos, ele deve lembrar-se daquela noite", revela Palmero, contando que lhe pagaram uma quantia considerável e ainda a fizeram assinar um documento. Escreve também que, na mesma época, alugou um pequeno apartamento para que o príncipe pudesse fazer o que quisesse (e com quem quisesse!) sem correr o risco de ser visto.
O autor, que diz ter escrito este livro limpar o seu nome, depois das acusações feitas pelo príncipe Alberto II, afirma ainda na obra que a realidade do casal e dos seus dois filhos, os gémeos Jacques e Gabriella, é bem diferente daquela que aparece nas bonitas e felizes fotografias de Natal que se veem todos os anos.