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Mansão de Júlio Iglésias transformada em casa do terror? Cantor reage às acusações mas autoridades não desistem de investigar o que se passava entre portas

O cantor espanhol é suspeito de agressão sexual de algumas funcionárias que trabalhavam em sua casa. Há ainda suspeitas de exploração laboral e até mesmo tráfico humano.
Por FLASH! | 15 de janeiro de 2026 às 10:43
Julio Iglesias Foto: Flash
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Julio Iglesias já se chegou à frente para reagir às acusações que lhe estão a ser feitas por duas mulheres que trabalharam na sua mansão da República Dominicana. Em declarações à revista 'Hola', o cantor espanhol garantiu que a verdade virá à tona, explicando que ainda não é o momento de se pronunciar, embora esse momento chegue em breve.

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Já fontes próximas de Iglesias "negam completamente as acusações e estão perplexas com o que está acontecendo" É também através da referida revista espanhola que se fica a saber que o artista está já a tratar a sua defesa e que não descarta a possibilidade de avançar para tribunal. O cantor está determinado em esclarecer tudo e não quer  "deixar dúvidas sobre as verdadeiras circunstâncias e a história real de tudo o que aconteceu."

Mas vamos às acusões que lhe são imputadas por duas antigas funcionárias. Estas duas mulheres estão a acusar o cantor espanhol de 82 anos de abusos sexuais, agressões e assédio. A notícia é avançada pelo 'El Diario' e a 'Univision Noticias'.

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As supostas vítimas, que trabalharam para o artista em 2021 – quando ele tinha 77 anos – nas suas casas da República Dominicana e das Bahamas, relataram o "inferno" por que passaram durante esse período, garantindo ter vivido num "constante ambiente de assédio, controlo e abuso de poder".

Segundo a investigação, uma das alegadas vítimas, que tinha 22 anos na altura e era empregada doméstica de Iglesias, afirma que este a penetrou com os dedos. "Eu sentia-me como um objeto, como uma escrava", disse a jovem, que optou por não revelar a sua identidade. A outra mulher, que era fisioterapeuta do cantor, corroborou a denúncia da primeira e as duas alegam ter sofrido humilhações e abusos tanto físicos como verbais.

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Os depoimentos das duas mulheres estão a ser complementados por provas documentais dos acontecimentos.

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