- Lei Transparencia - Ficha técnica - Estatuto editorial - Código de Conduta - Contactos - Publicidade
Notícia
drama

À beira de um esgotamento e depressão, Fátima Lopes obrigada a pedir ajuda: "Comecei a sentir uma tristeza profunda"

A apresentadora esteve mesmo à beira da exaustão e de um esgotamento nervoso e viu-se obrigada a recorrer à ajuda de uma psicóloga, mas também da família e amigos.
04 de dezembro de 2020 às 10:47
Fátima Lopes, TVI, apresentadora, verão, férias, biquíni Foto: Flash
Fátima Lopes, TVI, apresentadora, verão, férias, biquíni Foto: Flash
Fátima Lopes, TVI, apresentadora, verão, férias, biquíni Foto: Flash
Fátima Lopes Foto: Flash
Fátima Lopes Foto: Flash
Fátima Lopes Foto: Flash
Fátima Lopes Foto: Flash
Fátima Lopes Foto: Flash

Fátima Lopes falou abertamente sobre uma fase negativa que passou há 2 anos, devido a cansaço extremo derivado de excesso de trabalho. A situação tornou-se de tal forma complicada que a apresentadora da TVI esteve mesmo à beira da exaustão e de um esgotamento nervoso e viu-se obrigada a recorrer à ajuda de um psicólogo.

"Acumulei três projetos em TV, em que trabalhava 7 dias por semana e cerca de 10 horas por dia. Não tinha tempo para descansar, nem para as minhas coisas. Todo o tempo que me restava era para os meus filhos", começou por contar à 'TV 7 Dias'.

pub

"Quando dei por mim, comecei a sentir uma tristeza profunda, uma falta de energia e uma série de sintomas que foram tudo menos agradáveis: tonturas, falta de energia, sensação de desmaio, cabeça oca, insónias e falta de vontade para tudo", escreveu no seu site, 'Simply Flow', dedicada à saúde e bem-estar.

pub

Foi então que Fátima percebeu que precisava de ajuda profissional.

"Procurei o meu médico de família, que confirmou um princípio de 'burnout'. Fiz um tratamento (...). Mantive o acompanhamento da minha psicóloga, a Dra Ana Ramires, e da Rute Caldeira, especialista em meditação. E a situação resolveu-se", contou à mesma publicação.

pub

No entanto, a apresentadora também pediu ajuda aos amigos e à família.

"Eu queria sair daquele estado o mais rápido possível, porque eu não era aquela (...) E acrescentei outra coisa que, às vezes, também não é fácil: pedi ajuda aos que eu amava, aos meus pais, à minha irmã, à minha filha, que já tinha idade para compreender, e aos meus amigos. Expliquei-lhes que não estava bem e que precisava da ajuda deles para recuperar".

pub

Vai gostar de

você vai gostar de...
pub
pub
pub
pub

C-Studio

pub