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Dívidas e sem dinheiro no bolso! Manuel João Vieira confessa problemas financeiros

O artista e eterno candidato à Presidência da República não escondeu que lidar com dinheiro nunca foi o seu forte.
29 de agosto de 2026 às 20:21
Manuel João Vieira Foto: Flash
João Manuel Vieira Foto: Foto: SIC
Manuel João Vieira inaugura exposição de arte no MAAT Foto: Flash
Manuel João Vieira e Ena Pá 2000 regressam aos palcos em Almada Foto: Flash

Manuel João Vieira, músico, artista plástico e eterno candidato presidencial admite que a relação com o dinheiro sempre foi, no mínimo, pouco convencional. Disse-o sem rodeios na conversa com Daniel Oliveira que foi este sábado, 23, para o ar. Aos 63 anos, olha para trás e reconhece que, quando começou a ganhar dinheiro com a música, não tinha grande preocupação em perceber para onde ele ia.

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“Nós começámos a ganhar bem a certa altura e eu lembro-me que não dava muito valor ao dinheiro, ele caía (...) Chegava a casa, às vezes, sem o dinheiro!”, contou no programa 'Alta Definição', da SIC. Não significa, contudo, que tenha vivido sempre com abundância. Houve alturas em que as contas apertaram e a solução passava por coisas bem mais simples.

“Faltou dinheiro, mas não faltou comida”, recordou. A mercearia fiava e, quando havia possibilidade, a dívida era paga. Quando não havia, a ementa resumia-se a "esparguete com manteiga e ovos estrelados". O curioso é que, tantos anos depois, há uma parte da vida adulta que continua a provocar-lhe dores de cabeça: a burocracia.

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Declarações, prazos e obrigações fiscais estão entre os assuntos que mais facilmente consegue adiar — até deixarem de poder ser adiados. “É muito difícil. É um dos meus maiores pesadelos”, confessou Manuel João Vieira sem usar "paninhos quentes"

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O arista reconheceu ainda que tem uma tendência para empurrar os problemas com a barriga, sobretudo quando envolvem papéis e responsabilidades. “Tenho a tendência estúpida de adiar e depois ainda fica pior”, assumiu. E encontrou uma imagem bastante à medida daquilo que sente quando pensa nas obrigações fiscais: “É um daqueles monstros debaixo da cama.”

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