Até ao dia 8 de fevereiro, Tim toma conta do cinema São Jorge, em Lisboa, para desfiar as canções da sua vida e carreira (dos Xutos aos Resistência, dos Cabeças no Ar ao Rio Grande) no espetáculo 'Canta-me Histórias'. O pretexto para recordar o menino António Manuel que sonhou em ser astronauta e se tornou músico por acaso.
Brilhou com as camisolas de Benfica e FC Porto, ganhou muito dinheiro, mas o destino pregou-lhe várias partidas. No desemprego, conheceu gente que o fez mudar. Cidália foi a cereja em cima do bolo.
O concorrente do 'Hell’s Kitchen Famosos' fugiu da Nigéria, aos 16 anos, e viveu o inferno em Portugal. Professora deu-lhe a mão e trouxe-o para o Belenenses. Até que fez história...
Como reagiu o treinador a uma história contada publicamente pelo ex-jogador e estrela do programa 'Taskmaster' da RTP? O relato é feito pelo próprio Cândido Costa.
A história tinha começado quatro anos antes, mas foi em 1982 que os Xutos & Pontapés começaram a materializar em vinil aquele que é o maior projeto da música portuguesa. Esta é a história de três putos conhecidos pelas alcunhas de ‘Faz Kalu Tudo’ na bateria, ‘Timbalão’ (Tim) no baixo e voz, e ‘Podrezinho’ (Zé Pedro) na guitarra, que concretizaram o sonho de gravar o primeiro disco, ‘78/82’, aquele que permitiu duplicar os concertos e aumentar o cachet de 25 para os 50 contos.
Apesar de um novo confinamento ser pouco provável, é possível que venham a ser decretadas, por exemplo, restrições de circulação nos dias de Natal, como houve na passagem de ano para 2021. Ainda está tudo em aberto mas The Mag foi à procura de respostas.
Em novembro, a distância da RTP1 para a TVI encurta de uma forma que há muito não se via. Neste momento, a televisão pública aproxima-se de Queluz de Baixo, algo que seria impensável há poucos meses. Na TVI, tudo se passa como se o esforço desenvolvido no cabo tivesse esgotado as energias da empresa, e agora estivesse a roubar espectadores ao canal principal. Um alerta que já aqui deixámos, mas que dificilmente se poderia prever que se agravaria até este ponto. Não está fácil a vida do canal generalista de Queluz de Baixo.
Internado no IPO de Lisboa há pouco mais de uma semana para ser submetido a um novo ciclo de tratamentos de quimioterapia, o conhecido DJ de 44 anos, mantém a esperança na vida e na sua vitória sobre a doença.
Luís Costa, a quem foi diagnosticada leucemia em 2019, volta a ser operado pela terceira vez em apenas dois meses. Na cama do hospital, este resistente deixa um aviso.
Conheceram-se no reality show da TVI e até simpatizaram (muito) um com outro. Quando saíram da casa da praia prometeram ficar amigos. Será que foi isso que aconteceu?
Mal o vírus apertou na capital e eis que o durão cozinheiro jugoslavo se refugiou no monte que comprou no Sul do País. Barricado com a família, diz que ensina os filhos, brinca e caça com eles e que está a viver bem a crise da pandemia.