O que aconteceu entre 1993 e 2003? O que os ligava ao multimilionário que foi acusado de liderar uma rede de tráfico e abuso sexual de menores? Hillary fala esta quinta-feira e Bill amanhã. Será a primeira vez que um ex-presidente dos EUA será obrigado a depor sob intimação do Congresso.
Poder, podemos. Mas será que faz sentido? Tal como na história do perverso Jeffrey Epstein havia nos anos de 1960 sexo pedófilo em Portugal. Havia angariação de crianças em meios desfavorecidos. Havia poderosos, políticos, empresários e sacerdotes a abusar de crianças com 9 a 12 anos. Havia exercício de poder e tráfico de influências. O autor do guião da série portuguesa da RTP, que mesmo em 1998 escandalizou alguns puritanos e incomodou intervenientes e familiares sobrevivos, arrasa também Donald Trump e fala na escala das duas realidades e garante que em Portugal não houve cenas de canibalismo
Neste caso, são os milhares e milhares de ficheiros do caso Epstein que dão voz à narrativa do que se passou, durante anos, na recôndita mansão do milionário nas Ilhas Virgens. Organizavam-se verdadeiros banquetes de sexo com raparigas jovens, que estavam expostas às mais variadas humilhações. Por 300 dólares, exigia-se-lhes que "falassem sujo", satisfizessem os fetiches mais escabrosos e fossem o adereço principal de sumptuosos jantares em que se debatiam negócios à mesa e se juntavam alguns dos homens mais poderosos do mundo, que participaram e validaram a barbárie. No entanto, entre as zonas cinzentas da lei, todos dizem o mesmo: estiveram lá, sim, mas não viram nem fizeram nada de errado...
Ghislaine Maxwell, outrora presença constante nos círculos da elite internacional, vê hoje a sua vida marcada pela prisão e pelos escândalos. É a única pessoa condenada por exploração sexual de menores no caso Epstein e continua a desafiar a justiça e a fazer tremer Donald Trump.
Mais de 300 mil páginas da investigação em torno do magnata Jeffey Epstein foram reveladas. Há dezenas de figuras públicas envolvidas, detalhes das festas na mansão do milionário, mas também muito por esclarecer sobre fotos soltas reveladas e que carecem de contexto.
Novos emails e documentos trazem à tona mais detalhes da ligação entre o presidente dos Estados Unidos e o pedófilo Jeffey Epstein, que referia várias vezes o lado "indecente" de Donald Trump, afirmando ter em sua posse material que poderia derrubar o político. Entenda as novas revelações do caso, numa altura em que ainda falta serem tornadas públicas milhares de pastas que podem incriminar o líder norte-americano e outros nomes sonantes também na calha.
Mensagens divulgadas pelos democratas da Câmara dos Representantes revelam que o presidente dos EUA “passou horas” na mansão de Jeffrey Epstein, condenado por tráfico sexual.
Vários trechos do depoimento da última companheira de Jeffrey Epstein foram tornadas públicas. Envolve vários detalhes sobre o príncipe André e também sobre Donald Trump.
Advogada tinha apenas 41 anos e vivia na Austrália. Morte foi comunicada pela família através de um comunicado em que salienta o facto de Virginia não ter suportado o fardo dos abusos sexuais de que foi alvo às mãos de vários poderosos quando ainda era menor de idade.