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Gonçalo Peixoto: quem é o designer que conquistou as famosas com as suas criações sexy e que se tornou um fenómeno nas redes sociais

Tem apenas 24 anos e não há quem não queira uma peça de roupa do designer "da moda". Nasceu no Porto e está preparado para conquistar o mundo com a ajuda das amigas influencers. "Sem elas provavelmente ainda não era nada ou era alguém muito pequeno", diz numa entrevista exclusiva à FLASH! Saiba quem é o miúdo que as estrelas querem "vestir".
Carolina Pinto Ferreira
Carolina Pinto Ferreira
09 de setembro de 2021 às 23:01
Estas são as famosas que são loucas pelas criações de Gonçalo Peixoto
gonçalo peixoto
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Tem apenas 24 anos de idade e Gonçalo Peixoto já se tornou numa nome de referência no mundo da moda em Portugal. Nasceu no Porto, mas diz-se de Famalicão, a terra que o viu crescer. É o designer sensação das redes sociais e são várias as figuras públicas que se que exibem as suas roupas. É um sonhador e, mais do que isso, empreendedor: as passerelles não são o limites. Gonçalo Peixoto ambiciona que o seu nome seja gritado pelos quatro cantos do mundo e que em cada continente exista uma loja com a sua assinatura. 

A FLASH! apresenta-lhe o designer "da moda" na primeira pessoa. Sem filtro, sem tabus... o homem que em pequeno sonhou em ser treinador de golfinhos e que contrariou os pais para se entregar a um dos seus maiores amores: a moda. Hoje é seguido por mais de 42 mil seguidores no Instagram e a internet é a sua maior fonte de negócio.

É jovem, tem apenas 24 anos... Quando é que nasceu esta paixão pela moda?
É um bocadinho cliché mas acho que sempre soube que queria ser designer. Adorava ir com os meus pais às compras, ajudar a minha mãe a vestir-se, tinha opiniões sobre tudo o que ela vestia e o que ela usava. Começou a nascer aqui dentro um "bichinho" e quando chegou a altura de escolher a minha profissão, achei que fazia sentido.

As imagens das férias de Rita Pereira com Luís Borges e Gonçalo Peixoto
Rita Pereira, Luís Borges, Gonçalo Peixoto
Rita Pereira, Luís Borges, Gonçalo Peixoto
Rita Pereira, Luís Borges, Gonçalo Peixoto
Rita Pereira, Luís Borges, Gonçalo Peixoto
Rita Pereira
Rita Pereira
Rita Pereira, Luís Borges, Gonçalo Peixoto
Gonçalo Peixoto
Luís Borges
Rita Pereira, Luís Borges, Gonçalo Peixoto
Rita Pereira, Luís Borges, Gonçalo Peixoto
Rita Pereira, Luís Borges, Gonçalo Peixoto
Rita Pereira, Luís Borges, Gonçalo Peixoto
Rita Pereira, Luís Borges, Gonçalo Peixoto
Rita Pereira
Rita Pereira
Rita Pereira, Luís Borges, Gonçalo Peixoto
Gonçalo Peixoto
Luís Borges
Rita Pereira, Luís Borges, Gonçalo Peixoto

Mas nunca quis ser mais nada...?
Claro que toda a gente em pequeno tem alguns 30 desejos de profissões. Lembro-me de querer ser treinador de golfinhos. Achava que era genial! Depois disso quis ser tudo: médico, enfermeiro, polícia. Até cantor, apresentador de televisão, ator. Acho que quis ser mesmo tudo! Conforme fui crescendo percebi que era a moda que me fazia feliz.

E toma essa decisão muito cedo...
Sim sim. Em 2012 fui viver para Guimarães e tirei um curso profissional de moda. No final do curso fiquei um bocadinho perdido, sem saber o que iria fazer. Se ia ou não para a universidade… Estava sem perceber o que ia acontecer à minha vida. Foi aí que criei aquilo que hoje é a marca Gonçalo Peixoto. Tentei perceber para quem é que eu queria desenhar, o que eu queria que a marca fosse… Acabei por entrar para a universidade e a marca foi crescendo. Quando acabei a faculdade consegui dedicar-me a 100% à marca e fazer com que ela seja o que é hoje.

Ser estilista é visto por muitos como um sonho um bocadinho utópico. Lembra-se do dia em que contou aos seus pais que queria ser designer de moda?
A primeira vez que disse aos meus pais que queria ser designer a reação deles foi: 'Perdeste a cabeça'. Ainda há muita desinformação sobre moda. Comecei há 8 ou 9 anos, tinha uns 16 anos e as coisas eram um bocadinho diferentes. Bati o pé, disse que era isto que queria fazer e eles apoiaram-me a 300 por cento. Foram os meus maiores pilares.

A SOBREVIVÊNCIA NO MUNDO DA MODA

Foi vítima de preconceito?
Hoje em dia as pessoas já veem isto como ser 'cool'. Mas quando comecei posso dizer que senti que havia um certo preconceito quanto ao que faço. Acho que os seres das redes sociais vieram aproximar as pessoas dos designers. Ouvia-se falar das marcas francesas, dos designers internacionais mas havia muito pouca ligação entre eles e as pessoas. O online veio-nos aproximar, todos nós conseguimos ter contacto uns com os outros e deixou de ser uma coisa inalcançável.

O Gonçalo tem duas linhas de roupa: uma mais acessível e outra de desfile. É importante para si que qualquer pessoa que goste da sua marca, a possa usar?
Claro! E tenho assumidamente essas duas linhas. Uma mais acessível e que mais portugueses podem adquirir e uma linha de desfile que é mais cara, com melhores tecidos, melhores acabamentos, tipo de peças diferentes e que demoram mais tempo a fazer. Isto é normal em todas as marcas porque a linha mais barata é a que é mais consumida e, por isso, é o que ajuda a dar números para conseguir aguentar a marca. Foi uma adaptação que fiz na altura da quarentena. 

"Parei e pensei: 'As fronteiras estão quase a fechar, bora fazer alguma coisa que o país consuma e que me dê a possibilidade de viver só com o meu país'. Percebi que tinha que me reinventar, que isto é um negócio"

Teve medo da crise que se avizinhava?
Vender a marca de desfile online é mais difícil, é uma venda mais monótona. Foi aí que parei e pensei: 'As fronteiras estão quase a fechar, bora fazer alguma coisa que o país consuma e que me dê a possibilidade de viver só com o meu país'. Percebi que tinha que me reinventar, que isto é um negócio e que esta era a forma de dar a volta por cima.

Gonçalo Peixoto: de Famalicão para o mundo
Gonçalo Peixoto
Gonçalo Peixoto
Gonçalo Peixoto
Gonçalo Peixoto
Gonçalo Peixoto
Gonçalo Peixoto
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Gonçalo Peixoto
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Gonçalo Peixoto
Gonçalo Peixoto
Gonçalo Peixoto
Gonçalo Peixoto
Gonçalo Peixoto

Como é que se sobrevive num mundo competitivo e de egos?
É muito difícil. Acho que quando temos uma marca, de um modo muito natural começamos a ganhar pessoas que compram, que seguem e que ficam fiéis e isso é ponto marcante: perceber que as pessoas estão lá porque gostam do produto, sentem-se realizadas. Agora há muitos modos de uma marca conseguir obter isso: as influencers ajudam imenso, por exemplo. Cada um de nós tem uma identidade e as pessoas vão escolhendo com quem se identifica mais.

É novo e de repente consegue fazer do seu nome uma marca de referência, vestida por várias figuras públicas de referência nacional. O que foi mais difícil ao longo deste processo?
Tudo é muito difícil. Nós portugueses temos sempre a mania de pensar que as coisas caem do céu e isto aconteceu com muito trabalho e muita dedicação. Muitas horas passadas a trabalhar. Mesmo a sorte dá muito trabalho, temos que lhe dar muitos fatores para ela conseguir fazer alguma coisa connosco. Ser persistente, acreditar, trabalhar diariamente para sermos melhores ou termos mais oportunidades. Quando acredito, acredito mesmo e vou até ao fim do mundo. Esta persistência foi o que me fez ter esta pontinha de sucesso.

"As influencers ajudam imenso, por exemplo. Cada um de nós tem uma identidade e as pessoas vão escolhendo com quem se identifica mais"

Foi obrigado a tornar-se mais forte?
Sou peixes, acredito muito nos signos. Venho de uma cidade mais pequena e achava que vinha preparado para o mundo. Mas às vezes não estás assim tão preparado porque é uma área difícil a vários níveis. Fui trabalhando a minha personalidade e foi-se moldando conforme o que ia aparecendo no meu caminho.

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A forte ligação entre Rita Pereira e Gonçalo Peixoto


AS REDES SOCIAIS E A LIGAÇÃO COM ESTRELAS E INFLUENCERS

De repente é um êxito nas redes sociais mas também um alvo fácil para ataques gratuítos. Como se lida com essas críticas?
Vejo as redes sociais como um auxilio ao nosso trabalho mas é um pau de dois bicos: por um lado ajuda-nos de verdade com as coisas e com a projeção do nosso trabalho. Sou muito ligado aos meus compradores e através das redes consigo uma reação muito imediata aos meus produtos. Depois no meu dia a dia, como pessoa, estou realmente muito vulneráveis a tudo e acho que estamos numa fase em que as pessoas acham que é possível dizer tudo o que lhes apetece. Veio libertar um ódio que às vezes é difícil de lidar mas agora lido muito bem com isso. Mas nem sempre foi assim…

Já sofreu com esse ódio?
Houve uma fase mais difícil A minha sorte é que tenho amigas muito grandes neste mundo das redes sociais e já vinha com a lição estudada. Fui criando uma barreira e um escudo.

Já vestiu e veste vários nomes conhecidos da televisão e do digital: Rita Pereira, Mariana Machado, Anita da Costa, Cristina Ferreira e até Rita Ora, que o ajudaram na divulgação do seu trabalho... 
Sou uma pessoa muito agradecida e sei que estou aqui hoje porque tive a ajuda de figuras públicas e influencers. Sem elas provavelmente ainda não era nada ou era alguém muito pequeno. Sinto que elas foram uma alavanca muito grande para marca. Agradeço-lhes diariamente tudo o que continuam a fazer por mim. De muitas sou amigo pessoal, de casa, de vida. Essas pessoas são a minha prioridade. Sei muito bem de onde vim e quem me ajudou a chegar aqui. Elas serão sempre o meu principal foco.

"Sem elas [influencers] provavelmente ainda não era nada ou era alguém muito pequeno. Sinto que elas foram uma alavanca muito grande para a marca. Agradeço-lhes diariamente tudo o que continuam a fazer por mim. De muitas sou amigo pessoal, de casa, de vida. Essas pessoas são a minha prioridade"

Qual o sonho que ainda há para realizar?
Gostava muito de chegar a uma fase em que teria algumas lojas abertas em nome individual. Em todos os continentes, espalhadas por todo o mundo. Vestir várias figuras que para mim são uma referência.  Ainda há muita coisa a conquistar, mas também ainda só tenho 24 anos. 

As suas coleções evidenciam sempre o corpo e a sensualidade feminina. O que se pode esperar de Gonçalo Peixoto para este outono-inverno?
Muita cor. Sou um designer muito animado e muito alegre. Detesto coisas escuras e negras. Sou um homem com muita luz. Vamos ter muito corpo à mostra porque temos que mostrar tudo o que não se mostrou durante dois anos. Muitos vestidos curtos… Uma coleção divertida. Quase um voltar das discotecas, dos corpos quentes a tocarem-se uns dos outros. Peças com muito brilho como se fossem uma bola de espelhos. Um relembrar do que era a nossa vida antes da pandemia.

"[Este inverno] vamos ter muito corpo à mostra porque temos que mostrar tudo o que não se mostrou durante dois anos. Muitos vestidos curtos… Uma coleção divertida. Quase um voltar das discotecas, dos corpos quentes a tocarem-se uns dos outros"


 



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