Como a família real britânica escondeu a doença grave de um dos seus membros durante quase uma década
Foi sem dúvida um dos segredos mais bem guardados, mantido longe dos olhos do público e da imprensa.A família real britânica sempre prezou muito a sua privacidade, especialmente no que diz respeito a questões de saúde. Basta recordamos que ainda hoje não se sabe quais os tipos de cancro que foram diagnosticados a Kate Middleton e Carlos III em 2024, nem a sua gravidade; estratégias utilizadas não só por uma questão de 'autopreservação' mas também para manter intacta a imagem de estabilidade da monarquia.
Assim, não é difícil de acreditar que a família real, nomeadamente a rainha Isabel II, tenha conseguido esconder do público a doença grave do marido, o príncipe Philip, durante quase uma década.
A notícia foi agora revelada no livro 'Rainha Isabel II", do biógrafo real Hugo Vickers, que contém detalhes surpreendentes sobre a morte de Philip, aos 99 anos. De acordo com o biógrafo, o pai de Carlos lutava contra um cancro no pâncreas há oito anos, antes de morrer em 2021, no Castelo de Windsor.
A doença oncológica ter-lhe-á sido diagnosticada em 2013 e era inoperável. O mesmo autor conta que os médicos ficaram muito surpreendidos por Philip ter sobrevivido tantos anos após o diagnótico, dada a sua idade avançada. Ainda assim, a sua certidão de óbito diz que o príncipe morreu de 'velhice'.
Vickers relatou ainda no seu livro que, na véspera da sua morte, Philip passeou sozinho pelos corredores do Castelo de Windsor com ajuda do seu andarilho. Aproveitou para ir buscar uma cerveja, que bebeu calmamente na icónica 'Oak Room', a Sala do Carvalho.