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Abatida e em lágrimas: as condições rigorosas de Mette-Marit para quebrar o silêncio sobre o escândalo que faz tremer a Noruega

A princesa Mette-Marit decidiu finalmente enfrentar os fantasmas do passado. Num ambiente de alta tensão e sob condições físicas limitadas, a futura rainha da Noruega confessou arrependimento.
Por FLASH! | 22 de março de 2026 às 12:40
Princesa Mette-Marit aguarda transplante de pulmão após palavras dos reis da Noruega. Flash
Príncipe Haakon, Princesa Mette-Marit Flash
mette-marit Flash
Princesa Mette-Marit da Noruega Flash
Princesa Mette-Marit Foto: Instagram

A monarquia norueguesa está a ferro e fogo. Após anos de silêncio e especulação, a princesa Mette-Marit viu-se obrigada a dar a cara para explicar a sua polémica ligação com o falecido pedófilo norte-americano Jeffrey Epstein. Numa entrevista exclusiva à estação pública NRK, gravada na residência oficial de Skaugum, a mulher de Haakon não escondeu o arrependimento: "Oxalá nunca o tivesse conhecido".

Contudo, este "ajuste de contas" com o passado não aconteceu sem a exigência de condições rigorosas por parte da defesa da mulher do príncipe Haakon. Segundo a revista espanhola 'Semana', o Palácio Real impôs regras apertadas para proteger a princesa, cuja saúde continua a ser uma preocupação nacional.

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Devido à fibrose pulmonar crónica de que padece há anos, Mette-Marit apenas conseguiu aguentar 20 minutos de entrevista. Este foi o tempo limite imposto pela Casa Real ao jornalista Petter Oulie-Hauge. Apesar do curto espaço de tempo, a NRK garante que houve "liberdade total" nos temas abordados e que nenhuma pergunta foi vetada ou revista previamente pelo palácio.

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Visivelmente abatida e em lágrimas, a princesa assumiu a responsabilidade por não ter investigado o passado de Epstein antes de travar amizade com ele através de conhecidos comuns. "É sumamente importante assumir a responsabilidade por ter sido tão manipulada e enganada", afirmou, citada pela publicação espanhola.

Ao seu lado, o príncipe Haakon manteve-se como o grande pilar de apoio, intervindo em vários momentos de uma conversa que serviu para tentar limpar a imagem da futura rainha consorte da Noruega após a desclassificação de documentos que voltaram a colocar o seu nome na órbita do escândalo Epstein.

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