Discotecas fechadas, festas privadas e paixões proibidas: imprensa espanhola revela o que o rei Felipe VI fazia quando ninguém estava a ver
O reinado de Felipe VI está está sob enorme pressão. Entre festas privadas em discotecas fechadas a sete chaves e revelações sobre supostos namorados famosos, a vida íntima do marido de Letizia está a deixar Espanha à beira de um ataque de nervos.A imagem de serenidade e sobriedade do rei de Espanha, Felipe VI, está sob forte pressão. A Casa Real espanhola enfrenta um dos momentos mais difíceis da sua história recente, obrigada a fazer gestão de danos na opinião pública, com o monarca no centro de um furacão que mistura insinuações que põem em causa a sexualoidade do marido da rainha Letizia e uma juventude marcada por privilégios abusivos e noitadas clandestinas.
A revista espanhola 'Lecturas' traz agora a público detalhes sobre os tempos em que Felipe VI frequentava a Academia Militar de San Javier. Longe dos livros e da disciplina própria da formação militar, o então príncipe entregava-se aos prazeres da noite na famosa Curva de Lo Pagán. Segundo fontes próximas revelaram à publicação, o rei era presença assídua na discoteca Bastilla – curiosamente, o mesmo espaço onde a filha, a princesa Leonor, foi vista recentemente.
Contudo, ao contrário da filha, e segundo a publicação, Felipe não se misturava com a "plebe". A 'Lecturas' revela que o monarca ordenava o fecho total do estabelecimento para poder estar à vontade, na companhia dos amigos mais próximos. "Chamavam por telefone e, se fosse preciso, abria-se o local num dia em que estava fechado", recorda uma fonte à revista, sublinhando que, apesar de se mostrar "próximo e amigável" com os funcionários, o rei exigia privacidade absoluta para as suas festas particulares, que nunca tinham hora para acabar.
Estas revelações sobre a vida nocturna do rei de Espanha surgem numa altura em que a Coroa ainda tenta estancar o estrago provocado pelo livro 'Los Novios de Felipe', do controverso jornalista Joaquín Abad. A obra, que a revista 'Semana' descreve como um autêntico "cataclismo", põe em causa a orientação sexual do marido de Letizia.
No livro, Abad aponta o empresário Álvaro Fuster como o "verdadeiro amor" da vida do rei, mantendo-se ao seu lado desde os tempos de escola. Mas a lista de "amigos especiais" não fica por aqui. O livro detalha nomes sonantes como Pepe Barroso e sugere encontros íntimos com estrelas da música internacional, como Alejandro Sanz e Miguel Bosé.
Da Zarzuela, o silêncio é ensurdecedor, mas a pressão sobre Letizia e Felipe parece não querer abrandar. O rei, que tem virado as costas ao pai precisamente pelos escândalos que atingiram o rei emérito Juan Carlos, parece estar com cada vez maior dificuldade em manter os seus próprios esqueletos guardados no armário.