Longe da prisão! Ronaldinho aguarda fim da investigação no Paraguai em prisão domiciliária... num hotel de luxo
O ex-jogador brasileiro conseguiu chegar a um acordo com a Justiça do Paraguai.
A sorte do ex-jogador brasileiro Ronaldinho e do irmão, Roberto Assis, mudou esta terça-feira, 7, quando um juiz paraguaio decidiu que os dois podem aguardar o final das investigações em prisão domiciliária, mas, não tendo residência naquele país, ficam num hotel de luxo.
Ronaldinho e Roberto passaram 32 dias detidos numa prisão em Assunção depois de terem entrado no Paraguai com documentos falsos no início de março, ainda sem razão aparente dado que o passaporte brasileiro dava livre circulação. Além disso, o ex-jogador tem um passaporte espanhol pela nacionalidade que adquiriu quando atuava no Barcelona.
A saída da prisão foi acordada numa vídeoconferência com o juiz Gustavo Amarilla com a condição de uma fiança de 1,6 milhão de euros (cerca de 1,4 milhão de euros no câmbio atual).
Por lei, no Paraguai as investigações que envolvem prisão preventiva, como é o caso de Ronaldinho, têm de ser concluídas num prazo máximo de seis meses. Por isso, o ex-jogador e o irmão podem ficar no país até início de setembro.
O Ministério Público investiga também outros crimes relacionados com a falsificação de documentos.