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Princesa Ana, a filha rebelde e polémica de Isabel II que acompanhou a mãe até ao último suspiro

A filha de Isabel II escolheu viver mais afastada dos holofotes mas foi sempre um porto seguro da monarca.
13 de setembro de 2022 às 14:15
A relação da princesa Ana com a mãe, a rainha Isabel II
Princesa Ana e rainha Isabel II
Princesa Ana e rainha Isabel II
Princesa Ana e rainha Isabel II
Princesa Ana e rainha Isabel II
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Princesa Ana e rainha Isabel II
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Princesa Ana e rainha Isabel II
Princesa Ana e rainha Isabel II

Nascida em 1950, Ana Isabel Alice Luísa foi obrigada desde cedo a saber lidar com o quotidiano da realeza. Afinal, a sua mãe, Isabel II, ascendera ao trono quando tinha apenas 2 anos, tendo sempre de viver com a realidade de que a sua progenitora necessitava de dividir a atenção que tinha para si com aquela que devia dedicar a todo o povo britânico.

Isto talvez tenha contribuído para que se tenha a certa altura tornado "rebelde", mas também descrita como uma mulher de humor mais sóbrio e áspero que o resto da família, ela que é a única filha da recém-falecida monarca e do príncipe Philip e uma vez se descreveu como não sendo "a ideia que todos têm de uma princesa dos contos de fadas".

A influência discreta da princesa Ana e do príncipe Eduardo nas últimas crises da família real
Os filhos de Isabel II culpa o secretário pessoal da rainha, Edward Young, pelas crises com o príncipe André e agora o príncipe Harry e Meghan Markle
Príncipe Eduardo
Princesa Ana
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Princesa Ana
Príncipe Eduardo
Princesa Ana

Efetivamente, a princesa Ana não se absteve de tentar gizar a sua própria carreira. Foi, na década de 1970, uma amazona de relativo sucesso, tendo vencido uma medalha de ouro nos Campeonatos Europeus realizados em Burghley, no Reino Unido, à qual somou outras duas quatro anos mais tarde em Luhmühlen. Os seus talentos levaram-na mesmo a participar nos Jogos Olímpicos de 1976, em Montréal, no Canadá.

A vida amorosa de Ana teve as suas reviravoltas: teve uma relação que durou vários anos, mas em formato "montanha russa", com Andrew Parker Bowles, que mais tarde foi marido da atual princesa consorte Camilla, antes de se casar por duas ocasiões, primeiro, em 1972, com Mark Phillips – com quem teve dois filhos, Peter Phillips e Zara Tindall – e, vinte anos depois, com Timothy Laurence, matrimónio que ainda subsiste.

Teve um menor mediatismo no contexto da família real britânica, algo que a própria assumira uma vez durante uma visita de estado ao Usbequistão, em 1993, na qual deixou para Diana todo o protagonismo na interação com os locais, alegando "Que criança é que quer receber um abraço de uma estranha?". No entanto, Ana referiu-se sempre à mãe com o maior dos orgulhos – numa entrevista à ITV News em 2017, e exibida pela primeira vez após a morte da monarca, descreveu-a como alguém que "epitomiza os valores do país".

O ar sombrio de Ana ao acompanhar o caixão onde o corpo de Isabel II viajou pela última vez refletiu com precisão a dor de alguém que amava a monarca não só como líder do país, mas acima de tudo como mãe e parte essencial de uma família à qual ambas se dedicaram com sentido de responsabilidade durante toda a vida, e, quando Isabel II deu o seu último suspiro em Balmoral, na passada quinta-feira, esteve lá, ao seu lado, naquele que terá sido o momento mais triste dos seus 72 anos de vida.

Esta terça-feira, Ana quebrou o silêncio sobre a morte da mãe, deixando uma mensagem nas redes sociais :"Tive a sorte de compartilhar as últimas 24 horas da vida da minha querida mãe. Foi uma honra e um privilégio acompanhá-la nesta última jornada. Testemunhar o amor e respeito demonstrado por tantos nestes dias foi singelo e edificante. Todos iremos partilhar memórias úncios. Agradeço a cada uma que partilha do nosso sentimento de perda. Podemos lembrar como certo a sua presença e contributo para a nossa identidade. Também estou muito grata pelo apoio e compreensão oferecidos ao meu querido irmão Carlos, ao aceitar as responsabilidades adicionais de monarca. À minha mãe, a rainha, obrigado", escreveu a princesa, que tem estado ao lado do caixão da mãe em permanência.

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