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Notícia
Crime

7 anos depois de ter assassinado Carlos Castro, o que é feito de Renato Seabra?

Tinha 21 anos quando matou o cronista social Carlos Castro. O crime ocorreu em Nova Iorque e chocou Portugal.
05 de janeiro de 2018 às 12:11
Carlos Castro e Renato Seabra Foto: Flash
Renato Seabra Foto: Flash
Renato Seabra Foto: Flash
Renato Seabra Foto: Flash
Renato Seabra Foto: Flash
Renato Seabra Foto: Flash
Renato Seabra Foto: Flash
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Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro e renato seabra Foto: Flash
Carlos Castro e renato seabra Foto: Flash

O ano de 2011 mal tinha começado quando o país acordou com a notícia de que o mais conhecido cronista social português, Carlos Carlos, havia sido assassinado e torturado por um jovem modelo com quem alegadamente mantinha uma relação. Os dois haviam viajado juntos para Nova Iorque, onde deram as boas-vindas ao novo ano.

Renato Seabra, de 21 anos à época, foi condenado a 25 anos de prisão efectiva pela morte de Carlos Castro. Uma vez que o crime foi perpetado nos Estados Unidos, o jovem não pôde ser deportado para o nosso país. Neste momento, Seabra, já com 28 anos, está detido em Clinton Correctional Facility, um estabelecimento de alta segurança, localizada junto à fronteira do Canadá.

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O jovem português, tal como os outros detidos, pode receber três visitas por semana desde que devidamente autorizadas pelo estabelecimento prisional. Contudo, com a família e os amigos em Portugal, Renato Seabra raramente tem visitas. A mãe, Odília Pereirinha, faz de tudo para visitar o filho, pelo menos, de 3 em 3 meses.

Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash
Carlos Castro Foto: Flash

Em 2035, um ano antes do limite da pena, o jovem poderá pedir liberdade condicional. Se não lhe for concedida, poderá voltar a fazer novo pedido daí a dois anos e assim sucessivamente até cumprir a pena completa. Contudo nessa altura, a lei norte-americana prevê que a pena possa ser revista e prolongada a perpétua em função do seu comportamento.

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