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Depois do difícil processo da maternidade, Maria Botelho Moniz torna-se um exemplo para muitas mulheres: "Sinto que dou colo a quem sofre em silêncio"

De olhos postos no futuro, a apresentadora da TVI Maria Botelho Moniz recorda o seu processo de fertilidade e admite que a existência de embriões congelados lhe dá mais coragem para ponderar uma segunda viagem na maternidade.
Por FLASH! | 20 de julho de 2026 às 19:05
Maria Botelho Moniz inspira ao libertar-se de estigmas sobre o corpo Foto: D.R.
Maria Botelho Moniz, Pedro Bianchi Prata Foto: Instagram
Maria Botelho Moniz Foto: TVI
Foto: D.R
Maria Botelho Moniz com Vicente nos bastidores de '1ª Companhia' Foto: Instagram

Apresentadora Maria Botelho Moniz não tem dúvidas: falar abertamente sobre o seu percurso até à maternidade pode ser um farol de esperança para muitas mulheres que enfrentam problemas de fertilidade. À margem da Festa de Verão da TVI, a apresentadora revelou ao canal que continua a receber inúmeras mensagens de quem se identifica com a sua história, garantindo que esse carinho lhe dá ainda mais força para dar voz ao tema.

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"Sei que há muita gente a passar por isto e que, muitas vezes, sofre em silêncio por não partilhar o que está a acontecer com amigos ou familiares. Por isso, sei como é importante identificarmo-nos com alguém que vive o mesmo que nós – seja na fertilidade ou em qualquer outro assunto", afirmou.

A apresentadora do 'BBVerão', da TVI, confessou que as partilhas que recebe a comovem profundamente, sentindo que a sua vivência acabou por inspirar quem atravessa o mesmo desafio. "Há muitas pessoas que se envolvem nestas histórias. Sempre que abordo o tema, recebo mensagens a agradecer por partilhar, a tirar dúvidas ou a dizerem: 'Continuo a tentar porque vi que deu certo com a Maria, isso dá-me esperança'. Deixa-me muito feliz poder, pelo menos, dar um bocadinho de colo a estas pessoas", revelou.

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A recordar o seu próprio processo de fertilização, Maria Botelho Moniz explicou que, caso o casal decida avançar para um segundo filho, o caminho será diferente: não terá de repetir a fase de estimulação ovárica, uma vez que já têm embriões congelados. Ainda assim, fez questão de sublinhar a sua gratidão, reconhecendo que muitas mulheres enfrentam uma jornada substancialmente mais longa e dolorosa. "Numa 'segunda volta', já não tenho de passar pelo processo todo outra vez; aquela fase das injeções já não será necessária. Isso dá-me mais alento e coragem para me atirar a uma segunda viagem. Mas sei que há quem passe anos e anos até conseguir o que nós alcançámos de forma relativamente rápida. Por isso, somos imensamente gratos", concluiu.

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