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Moita Flores ilibado dos crimes de corrupção e branqueamento de capitais após "absoluta falta de prova"

Antigo presidente da Câmara de Santarém Francisco Moita Flores enfrentava processo em tribunal por alegada corrupção: foi ilibado.
01 de maio de 2024 às 11:21
Francisco Moita Flores Foto: Flash
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Francisco Moita Flores foi ilibado de qualquer crime depois do tribunal ter garantido que havia "absoluta e total falta de prova".

O antigo presidente da Câmara de Santarém estava acusado dos crimes de corrupção e branqueamento que lhe eram imputados no caso da construção do parque de estacionamento subterrâneo no Jardim da Liberdade. A juiza do processo Ana Cristina Cardoso garantiu na derradeira sessão que não havia provas contra o antigo inspetor da PJ. À saída do tribunal, Francisco Moita Flores disse que não esperava outro desfecho.

Foram também absolvidos os outros dois arguidos: Gaspar Borges, CEO da ABB Construções, que construiu a obra, e Nuno Moita Flores, filho do antigo autarca. 

O antigo presidente da Câmara de Santarém estava acusado dos crimes de corrupção e branqueamento que lhe eram imputados no caso da construção do parque de estacionamento subterrâneo no Jardim da Liberdade. A juiza do processo Ana Cristina Cardoso garantiu na derradeira sessão que não havia provas contra o antigo inspetor da PJ. À saída do tribunal, Francisco Moita Flores disse que não esperava outro desfecho.

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