O lado negro da fama: Kika Cerqueira Gomes é alvo de ameaças por causa de 'brigas' do namorado, Pierre Gasly
A filha da apresentadora Maria Cerqueira Gomes tem ganhado cada vez mais importância nos palcos internacionais, em parte graças ao mediatismo da sua relação com o piloto de Fórmula 1 Pierre Gasly. No entanto, a fama também traz inevitavelmente alguns dissabores.Kika Cerqueira Gomes tornou-se num verdadeiro fenómeno nas redes sociais, com mais de 1,2 milhões de seguidores, muito graças ao romance com piloto de Fórmula 1, Pierre Gasly.
O seu trabalho como modelo catapultou-a para a fama – é agenciada pela Central Models – mas dificilmente teria atingido o nível de mediatismo dos dias de hoje se, pelo caminho, não se tivesse apaixonado pelo milionário francês.
Acontece que, com a fama e o mediatismo... também vêm alguns dissabores. Pierre Gasly queixou-se esta quarta-feira, dia 23, dos ataques e ameaças que ele e as pessoas que lhe são mais próximas têm recebido nos últimos tempos.
Tudo, por causa de uma situação que aconteceu durante o Grande Prémio de Espanha, em Madrid, no passado dia 13 de setembro, quando Gasly atrasou o seu companheiro de equipa, Franco Colapinto. O atrito motivou várias queixas de Colapinto, mas a polémica não ficou dentro da pista, passando também para as redes sociais.
O piloto da Alpine revelou que não só ele, mas também familiares e a namorada foram visados com mensagens ofensivas e ameaças na sequência deste conflito.
"Considero isto um pouco preocupante para o nosso desporto. Sou um atleta de alto nível, sei que estou sob o olhar do público, mas a magnitude das ameaças e dos ataques parece-me completamente inaceitável, especialmente quando afeta os meus familiares, a minha namorada", afirmou ao 'The Race'.
"Sabemos que estar sob o olhar do público significa que vamos enfrentar ataques. Podemos ser apreciados ou criticados – isso não é problema nenhum – mas há um limite que não deve ser ultrapassado só porque alguém está atrás de um ecrã e de um teclado", afirmou.
Gasly defende, por isso, que é necessário encontrar uma forma de tornar o ambiente em torno da Fórmula 1 "mais saudável". "Esses limites são ultrapassados com demasiada frequência", concluiu.