Viúva começa a reerguer a sua vida com passos sólidos, tendo nos três filhos a sua força, prioridade e pilar. Depois da angustiante dor dos primeiros meses, que a paralisou, são as crianças que a impelem a agir para concretizar sonhos que também eram de Diogo Jota e que Rute quer tornar reais.
Desde a trágica partida de Diogo Jota, Rute Cardoso tem surgido como um símbolo de resiliência, transformando a dor em homenagens discretas, mas profundamente simbólicas
Em 2025, Rute Cardoso viveu o melhor e aquilo que nunca conseguirá superar totalmente. Do casamento, dos primeiros meses de vida da filha ao inferno de perder o seu parceiro de vida, a viúva de Diogo Jota foi forçada a uma descida aos infernos, de onde tenta sair, alavancada por todo o amor à sua volta.
Apesar de ter decidido refazer a vida em Portugal, a viúva do craque continua com o coração em Inglaterra, a terra que será um pouco de Jota... para sempre.
Aos poucos, Rute Cardoso está a tentar reorganizar a vida após a morte do seu grande parceiro, Diogo Jota. Apesar da dor que não passa, e do aproximar do Natal, a viúva do futebolista tem mostrado uma imagem de força e resiliência numa altura em que regressa a Inglaterra para tratar da vida que deixou em suspenso.
Em tempos duros, mas de muito amor, viúva de Diogo Jota não deixa cair a família, num esforço tremendo para recuperar a alegria sem nunca esquecer o seu grande amor. Aos poucos, já esboça um sorriso alavancado acima de tudo no amor pelos seus três meninos, a continuidade do legado do futebolista, pela herança genética que lhe corre nas veias. A mais nova, Mafalda, celebrou esta quarta-feira, dia 26, o primeiro ano de vida.
O Grupo Vila Galé inaugurou o 13º hotel no Brasil e a família Rebelo de Almeida esteve em peso em Belém do Pará, nas portas da Amazónia. Festas, concertos com Anitta e Chris Martin e descoberta da região marcaram os dias do pai Jorge e dos filhos Gonçalo, Joana, Lara e Inês. A FLASH! assistiu a tudo e conversou com o presidente e ideólogo do grupo hoteleiro que garantiu: "Recuperar o património histórico é um dever".