O que é feito do aristocrata mais procurado no mundo inteiro? Xavier Dupont de Ligonnès desapareceu sem deixar rasto depois de matar a mulher, quatro filhos e dois cães
Com um mandado de captura internacional, continuam as buscas pelo francês que é suspeito de ter cometido um crime horrendo na propriedade de família que hoje é conhecida como "a casa dos horrores".Nasceu num berço de ouro, mas acabou em desgraça. O aristocrata mais procurado no mundo inteiro antes de ter cometido um crime horrendo no seio da própria família, enfrentou graves problemas financeiros. Na falência e mergulhado em dívidas, Xavier Dupont de Ligonnès é suspeito de ter cometido um ato tresloucado.
É acusado de matar a mulher, os quatro filhos e os dois cães da família. Terá ainda enterrado os corpos no pátio da propriedade de Nantes, em França, e, desde então, nunca mais foi visto. O mistério quanto ao seu paradeiro subsiste desde 2011. Apesar das intensas buscas, o aristocrata nunca mais foi visto em parte alguma.
Este crime que chocou a França e o mundo inteiro continua a dar que fazer às autoridades que não desistem de encontrar Xavier Dupont de Ligonnès, vivo ou morto. Os pormenores - relatados em 2019 pelo France 24 - são verdadeiramente macabros: os cinco corpos foram encontrados enrolados em lençóis, cobertos de cal e enterrados num jardim da casa.
O conde, como se intitulava, terá drogado a mulher e os filhos antes de os matar a tiro. As autoridades identificaram posteriormente as vítimas como Agnès Dupont de Ligonnès, de 48 anos, e seus filhos — Arthur, de 21; Thomas, de 18; Anne, de 16; e Benoît, de 13.
O último avistamento confirmado de Xavier remonta ao dia 15 de abril de 2011. Hospedou-se num hotel barato e discreto em Roquebrune-sur-Argens. Pagou em dinheiro, fez o check-out na manhã seguinte e desapareceu. Até aos dias de hoje.
As autoridades garantem que as buscas por Xavier Dupont de Ligonnès continuam ativas e que há um mandado de captura internacional em vigor. Só que ao longo destes quase 15 anos, o mistério subsiste não havendo até ao momento nenhum sinal que garanta que este homem está vivo ou morto.