Rios de dinheiro deitados ao lixo! Os gastos absurdos e a vida de extravagâncias de Sarah Ferguson
Antes da queda em desgraça da ex-duquesa de York, esta fazia gala em esbanjar fortunas sem trelho nem trabelho.Sarah Ferguson é hoje uma 'persona non grata'. Seja no Reino Unido como no mundo inteiro pela sua ligação ao multimilionário Jeffrey Epstein, acusado de liderar uma rede de tráfico e abuso sexual de menores. Nos mais de três milhões de ficheiros recentemente revelados pelo Departamento de Estado, há referências ao seu ex-marido, o ex-príncipe André, à princesa Mette-Marit da Noruega, à princesa Sofia da Suécia e, claro, a Sarah Ferguson.
Também Donald Trump, o ex-presidente Bill Clinton, Elon Musk e Bill Gates têm os seus nomes expostos nos referidos ficheiros. Mas voltemos à antiga duquesa de York que mesmo quando vê o seu mundo a desabar não prescinde dos luxos a que está habituada desde que casou com o filho da falecida rainha Isabel II de Inglaterra.
Ainda muito recentemente quando o ex-marido era detido para interrogatório, ela usufruia dos serviços de uma clínica de luxo na Suíça, indiferente a todo o turbilhão que estava a acontecer com o pai das suas duas filhas. Mas pelo que é revelado, Fergie, como também é conhecida, sempre foi assim... dada a extravagâncias e muito ficada em si própria e no seu bem-estar.
A verdadeira extensão do louco estilo de vida de Sarah Ferguson é exposta no livro de Andrew Lownie, 'Entitled – The Rise and Fall of the House of York', publicado em 2025. O ator dá como exemplo das suas extravagâncias os jantares sumptuosos exigia que fossem servido em sua casa, houvessem ou não convidados.
"Todas as noites, ela exigia enormes quantidades de carne de vaca, uma perna de cordeiro e um frango, dispostos na mesa de jantar como se de um banquete medieval se tratasse. Era um banquete do qual Henrique VIII se teria certamente orgulhado", escreve Lownie.
Geralmente, estes jantares eram serviços a apenas três pessoas: a Fergie e às suas duas filhas, Beatrice e Eugenie, ainda crianças. Como se depreende a grande parte da comida não era consumida e, por isso, acabava invariavelmente no lixo, pois Fergie não admitia que em sua casa se fizessem reaproveitamentos ou que as sobras voltassem no dia seguinte à mesa.
"Não se fazia nenhuma tentativa de guardar a comida para o dia seguinte. Ela simplesmente ficava lá a noite toda e era deitada fora no dia seguinte", dá conta o autor. Quer isto dizer que eram fortunas deitadas ao lixo. Absurdo era também o número de funcionários que trabalhavam em sua casa: 30. Dois deles supostamente não tinham outra função além de limpar as fezes dos cães.
Sarah Ferguson nunca viajava sem levar consigo cerca de 25 malas. De acordo com Lownie, cinco delas eram usadas exclusivamente para cosméticos e joias. Essas viagens luxuosas eram frequentemente financiadas por amigos, entre os quais, segundo investigações recentes, estaria Jeffrey Epstein. Além disso, era obcecada por compras. Gostava fortunas em roupa no Harrods e outras casas de marcas de luxo.