"A noite de 30 de dezembro não foi normal": Amigo fala sobre as últimas horas de vida de Maycon Douglas
Marcelo Palma admite que o ex-concorrente da 'Casa dos Segredos' poderia andar mais carente nos últimos meses, mas alerta para a importância de não se fazer julgamentos, principalmente à namorada e à mãe do DJ.A morte de Maycon Douglas, que pôs termo à vida no último dia do ano, deixou um rasto de dor e perguntas na família e amigos mais chegados. Esta sexta-feira, um dos amigos do DJ, Marcelo Palma, esteve no programa 'Dois às 10', da TVI, e acabou por fazer algumas revelações sobre os últimos tempos de vida do ex-concorrente da 'Casa dos Segredos'.
Admitindo que Maycon talvez pudesse andar mais "carente", revelou que a última noite do jovem pode ter precipitado tudo, de uma forma explosiva. "As pessoas da Nazaré, ou seja, o melhor amigo sabia mais ou menos como é a noite e já calculava que algo pudesse ter acontecido. Começou a ficar assustado. Honestamente, eu não queria entrar em detalhes, porque eu também não estive presente. É público que na noite de dia 30 não foi uma noite normal, que pode ter havido um ou outro atrito com algumas pessoas próximas e isso, não sei se pode ser a justificação. Não sei", disse, sem querer detalhar as informações que vieram a público de que nessa noite o DJ teria tido uma forte discussão com a namorada, Raquel Coelho.
Sabe, isso sim, que nos últimos meses, Maycon sentiu a necessidade de estreitar laços. "A mim não deu indícios. É o que eu digo, se realmente o Maycon nestes últimos 3 meses, ou seja, a partir de setembro, que acho que foi esse momento quando ele começou a estar com a rapariga com quem estava, me ligava muitas vezes. Aliás, quase todos os dias, porque também passava muito tempo em Lisboa. Se calhar, poderia ser uma chamada de atenção, queria companhia, não sei."
Marcelo Palma alertou ainda para a importância de não se fazer juízos públicos sobre o assunto e de se parar com os ataques à namorada do ex-concorrente da 'Casa dos Segredos'. "Nem a mãe, nem a namorada, nem o melhor amigo, nem a Renata, nem a Nufla, nem o Rúben, nem eu, nem ninguém tem culpa. Portanto, eu vi muita crítica a estas pessoas que eu falei, porque cada um teve a sua maneira de estar e de ser, porque realmente cada um é diferente, somos todos diferentes uns dos outros. Cada um lidou da maneira que sabe e da maneira que sente, e eu acho que isso é de ser respeitado. É só isso que eu peço às pessoas. Isto não é um momento de ataque, é um momento de empatia, de solidariedade.”