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Mãe de Diogo Jota e André Silva quebra o silêncio sobre a morte trágica dos filhos: "No meio desta tragédia toda, eu sabia os filhos que tinha"

Há quase um ano que Isabel Silva vive o pior dos pesadelos e a mais sofrida de todas as dores: ter ficado sem os seus dois "meninos" num terrível acidente de viação.
Por Ana Cristina Esteveira | 11 de junho de 2026 às 10:21
Isabel Silva, André Silva, Diogo Jota Flash
Joaquim e Isabel, os pais de Diogo Jota e André Silva e Marcelo Rebelo de Sousa Foto: Diogo Baptista/Movephoto
Joaquim e Isabel, os pais de Diogo Jota e André Silva e Pepe Foto: Diogo Baptista/Movephoto
Joaquim e Isabel, os pais de Diogo Jota e André Silva Foto: Diogo Baptista/Movephoto
Joaquim e Isabel, os pais de Diogo Jota e André Silva Foto: Diogo Baptista/Movephoto
Isabel, a mãe de Diogo Jota e André Silva Foto: Diogo Baptista/Movephoto
Joaquim e Isabel, os pais de Diogo Jota e André Silva Foto: Diogo Baptista/Movephoto

O lançamento de ‘Diogo Jota – Nunca Mais é Muito Tempo’, do jornalista José Manuel Delgado, decorreu esta sexta-feira, 22 de maio, nas instalações da Federação Portuguesa de Futebol, no Porto. Entre as várias caras conhecidas presentes no espaço estiveram, naturalmente, os familiares mais próximos de Diogo Jota e André Silva.

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 Os pais, Joaquim e Isabel, foram confortados por todos os presentes, bem como Rute Cardoso, a viúva de Jota, que se sentou junto a Pepe e esteve sempre de semblante carregado. Em vários dos momentos da apresentação, Isabel não conseguiu conter a emoção de ver recordados os seus dois filhos que perdeu de uma só vez no trágico acidente de viação.

E foi esta mãe que falou com a revista ': "Para mim, este livro significa o reconhecimento daquilo que os meus filhos foram. Claro que é mais sobre o Diogo, porque o Diogo era mais conhecido, mas para mim são os dois que estão aí", sublinhou Isabel Silva.

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"Sinto-me muito orgulhosa por ver que os meus filhos eram adorados por toda a gente. No meio desta tragédia toda, eu sabia os filhos que tinha, mas uma pessoa nunca sabe que é a este ponto e ver a repercussão que isto tem em todo o mundo é gratificante. Não chega, porque preferia tê-los aqui, mas é muito gratificante”, disse ainda esta mãe que vive o pior dos pesadelos desde o fatídico 3 de julho do ano passado. 

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