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Passem os anos que passarem... Helena Sacadura Cabral não esquece o filho que lhe morreu nos braços e faz crítica ao Bloco de Esquerda

Há 14 anos que a conhecida esconomista e escritora chora a partida do filho mais velho.
Por Ana Cristina Esteveira | 25 de abril de 2026 às 18:16
Helena Sacadura Cabral e Miguel Portas Flash
Helena Sacadura Cabral Flash
Helena Sacadura Cabral Flash
Helena Sacadura Cabral Flash
Helena Sacadura Cabral Flash
Helena Sacadura Cabral Flash
Miguel Portas Flash
Miguel Portas Flash
Miguel Portas Flash
Miguel Portas Flash
Paulo Portas Flash
Paulo Portas e os sobrinhos Flash
Helena Sacadura Cabral com o neto Flash
Helena Sacadura Cabral Flash
Helena Sacadura Cabral Flash
Helena Sacadura Cabral Flash
Helena Sacadura Cabral Flash
Helena Sacadura Cabral Flash
Helena Sacadura Cabral Flash

"A 24 de Abril de 2012 morria, nos meus braços, o meu filho Miguel. Tinha 64 anos e não mentirei se disser, que desde os 12 anos foram quase exclusivamente dedicados à política", começa assim a mensagem deixada nas redes sociais por Helena Sacadura Cabral sobre a maior e mais dura perda da sua vida: a morte do filho Miguel Portas em 2012.

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A conhecida economista recua no tempo e recorda o início da vida política do filho mais velho: "Não foram fáceis esses anos de 'esquerda', em que os estudos ficavam sempre em segundo lugar, relativamente às obrigações escolares e ao que eu considerava ser importante, ele adquirir do ponto de vista cultural. Durante todos estes anos não houve dia em que me não lembrasse dele, pese embora, só o tivesse conseguido chorar verdadeiramente, anos depois da sua morte. O que se explica, penso, porque o seu partido político se 'apossou', verdadeiramente, da sua morte."

"O último pedido que me dirigiu foi que eu não virasse 'mãe chorosa' e que, pelo contrário, andasse para a frente com a minha vida. Foi o que fiz e continuo a fazer", assegura Helena Sacadura Cabral para voltar a tecer mais uma crítica ao partido político do qual o filho era um dos seus dirigentes: Bloco de Esquerda. "Mas, confesso, não consigo apagar a mágoa que me causou a falta de privacidade que envolveu o seu desaparecimento. É que para toda a gente, a morte, constitui o ato mais privado de uma família."

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E termina: "Apesar disso reconheço que foi feliz por ter vivido a vida que quis, como quis e com quem quis. Por muito que me tenham doído algumas escolhas que fez, o meu coração vive apaziguado pela sua felicidade, o meu bem mais precioso!"

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