Poder, podemos. Mas será que faz sentido? Tal como na história do perverso Jeffrey Epstein havia nos anos de 1960 sexo pedófilo em Portugal. Havia angariação de crianças em meios desfavorecidos. Havia poderosos, políticos, empresários e sacerdotes a abusar de crianças com 9 a 12 anos. Havia exercício de poder e tráfico de influências. O autor do guião da série portuguesa da RTP, que mesmo em 1998 escandalizou alguns puritanos e incomodou intervenientes e familiares sobrevivos, arrasa também Donald Trump e fala na escala das duas realidades e garante que em Portugal não houve cenas de canibalismo
Neste caso, são os milhares e milhares de ficheiros do caso Epstein que dão voz à narrativa do que se passou, durante anos, na recôndita mansão do milionário nas Ilhas Virgens. Organizavam-se verdadeiros banquetes de sexo com raparigas jovens, que estavam expostas às mais variadas humilhações. Por 300 dólares, exigia-se-lhes que "falassem sujo", satisfizessem os fetiches mais escabrosos e fossem o adereço principal de sumptuosos jantares em que se debatiam negócios à mesa e se juntavam alguns dos homens mais poderosos do mundo, que participaram e validaram a barbárie. No entanto, entre as zonas cinzentas da lei, todos dizem o mesmo: estiveram lá, sim, mas não viram nem fizeram nada de errado...
Ghislaine Maxwell, outrora presença constante nos círculos da elite internacional, vê hoje a sua vida marcada pela prisão e pelos escândalos. É a única pessoa condenada por exploração sexual de menores no caso Epstein e continua a desafiar a justiça e a fazer tremer Donald Trump.
O Congresso dos Estados Unidos 'pegou fogo' com o depoimento de Pam Bondi, a Procuradora Geral que é acusada de abafar centenas de ficheiros relacionados com os poderosos envolvidos na rede de tráfico sexual e pedofilia de Jeffrey Epstein, enquanto expunha o nome das vítimas do milionário. O que esconde, afinal, a norte-americana, que defende Donald Trump até à morte.
Sem negar as últimas notícias vindas a público, Melinda French Gates fala das "lembranças dolorosas" de um casamento que durou 27 anos e que terminou em 2021.
Desde os tempos em que foi apanhada em flagrante a trair o príncipe André, Sarah Ferguson já voltou a estar no centro de muitas outras polémicas; no entanto, a gravidade do que se passa neste momento com o caso Epstein acaba de a tornar 'persona non grata' na família real britânica... de forma irremediável.
O caso Epstein continua a dar (muito) que falar e há famosos que tremem só de pensar que podem ser os próximos a ser apanhados na teia deste imenso escândalo internacional.
Foram libertados uma série de novos documentos da investigação do escândalo de pedofilia e abusos a envolver Jeffrey Epstein, mas há uma foto em particular que está a gerar revolta. Entenda porquê.