Depois do escândalo que o liga a Jeffrey Epstein, de ter perdido todo o apoio da família real britânica, o príncipe André é detido por suspeitas de má conduta em cargos públicos. É o declínio daquele que sempre foi considerado o filho preferido da rainha Isabel II, e que cai em desgraça sem que ninguém da casa real britânica lhe estenda a mão. A dor maior prende-se com o corte de relações com a filha Eugenie.
Aos 82 anos, o cantor espanhol tremeu com as acusações de assédio sexual movidas por antigas funcionárias, mas não ruiu. Durante um mês, viu o seu nome posto em causa, mas os seus pares deram voz à sua defesa, a mulher reavivou o casamento - que há muito se diz ser de fachada - e o artista celebra agora a decisão judicial que lhe tira o peso das costas. Recorde a acusação e de que forma tudo parecia querer desmoronar na vida de Iglesias.
Detido esta manhã sob suspeita de "má conduta profissional", o ex-príncipe André vive os piores dias da sua descida aos infernos da vergonha. Um imenso escândalo que começou em 2019 e que mancha de forma indelével a reputação da Casa Real britânica.
O irmão do rei Carlos III está a ser investigado pelas suas ligações a Jeffrey Epstein. Depois do primeiro-ministro britânico ter dito que "ninguém está acima da lei", André foi detido esta quinta-feira.
A filha do príncipe Gundakar, da família real do Liechtenstein, casou com o brasileiro Bruno Walter na Basílica da Estrela, no Dia dos Namorados. Entre os convidados estavam os duques de Bragança e Carlos Moedas.
Filho da rainha Isabel II disse que só tinha estado com Epstein para garantir que a amizade entre os dois estava terminada, mas realidade mostra-se bem diferente. Troca de emails estabelece a verdadeira cronologia dos nove dias que o monarca passou em Nova Iorque com direito a tratamentos estéticos, motorista privado e a múltiplos encontros com Epstein, tendo sido a estrela de uma grande festa com raparigas, organizada pelo pedófilo.