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Weekend - Saúde

Desembalar menos e descascar mais! Saiba quais as recomendações da nova pirâmide alimentar e que alimentos deve incluir no dia a dia

Americanos apresentaram sugestões de mudanças sobre como nos devemos alimentar para manter um estilo de vida saudável. Veja o que mudou.
12 de janeiro de 2026 às 18:23
Foto: Flash

Entre as alterações que a administração de Donald Trump impôs nos Estados Unidos está a implementação de uma nova pirâmide de alimentos, invertida, que traz algumas mudanças face ao que há anos e anos era determinado como correto nos nossos menus diários.

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Uma das grandes alterações é que a proteína passa a situar-se bem no topo da pirâmide, sendo que carne, laticínios, ovos e outros alimentos ricos em proteínas são considerados essenciais ao nosso bem-estar físico, contribuindo para uma mais fácil manutenção de um peso saudável. Além disso, de acordo com o Secretário de Estado da Saúde Robert F. Kennedy Jr, há uma diretriz que é essencial que se comece a seguir e que pode prevenir muitas doenças futuras: deixar os alimentos ultra-processados. "A minha mensagem é clara: comam comida de verdade", explicou, acrescentando que se deve desembalar menos e descascar mais, aludindo a que se coma várias porções de fruta e de legumes.

“O mais importante de tudo é que coloca a alimentação como uma prioridade política com implicações na saúde, num país onde 70% da população tem excesso de peso ou obesidade. É um peso muito pesado para a economia”, disse ao 'Público' Conceição Calhau, investigadora e professora da Nova Medical School em Lisboa. 

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Certo é que, apesar de ser destinada aos Estados Unidos, a nova pirâmide invertida já está a ter impacto em todo o mundo. 

Foto: Flash

E o que é que diz mais o documento apresentado por Trump? Há outros aspetos que mudam, como por exemplo, a forma como olhamos para o consumo de carnes vermelhas, que voltam a ser aconselhadas, ou até mesmo para determinado tipo de gorduras como óleo ou margarina, que deixam de ser vilões assumindo alguma neutralidade na pirâmide. No entanto, este é um aspeto que está a gerar polémica e, depois de apresentadas as mudanças, a Associação Americana do Coração expressou a sua preocupação com o incentivo ao consumo destas gorduras saturadas.

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As diretrizes têm como objetivo tornar a América mais saudável, sendo que o grande incentivo é ao consumo de proteína. No documento, recomenda-se que adultos consumam de 1,2 a 1,6 gramas por quilograma de peso corporal por dia — de 50% a 100% a mais do que as autoridades de saúde recomendavam anteriormente (0,8 gramas por quilograma de peso corporal por dia).

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