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mundial 2018

A vida dramática do guarda-redes do Irão. Foi pastor, sem-abrigo e hoje é um dos melhores do mundo

Cabe a Alireza Beiranvand a difícil tarefa de impedir que Cristiano Ronaldo e os restantes jogadores portugueses, marquem golos na baliza iraniana. Só que é a história de vida deste "gigante" que está a comover o mundo.
25 de junho de 2018 às 17:24
Alireza Beiranvand Foto: Flash
Alireza Beiranvand, Foto: Flash
Alireza Beiranvand, Foto: Flash
Alireza Beiranvand, Foto: Flash
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Alireza Beiranvand, Foto: Flash
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Alireza Beiranvand, Foto: Flash
Alireza Beiranvand, Foto: Flash
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O guarda-redes do Irão é um exemplo de paixão pelo futebol e de persistência. Mais do que o seu talento a defender as redes do seu pais, é a sua comovente e dramática história de vida que está a dar que falar no mundo inteiro. 

Alireza Beiranvand, nascido em Sarab-e Yas, é o filho mais velho de uma família de pastores e ainda menino foi obrigado a ajudar a família pastando o rebanho de ovelhas. Contudo, a sua grande paixão sempre foi o futebol. 

Aos 12 anos de idade decidiu seguir o seu sonho de ser jogador mas enfrentou a oposição da família: "Meu pai não gostava de futebol e queria que eu trabalhasse. Chegou a rasgar as minhas roupas e as luvas", revelou em entrevista recente ao jornal  britânico 'The Guardian'.

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ronaldo Foto: Flash
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Decidido em realizar o seu sonho, fugiu de casa. Na viagem de autocarro em direção à capital do país, Teerão, conheceu um treinador que lhe deu a possibilidade de mostrar o seu talento num pequeno Vahdat. Só que o que ganhava era tão pouco que Beiranvand foi obrigado a viver na rua. 

Para sobreviver, o jovem Alireza teve de lavar carros, distribuir pizzas, numa fábrica e varreu as ruas da cidade. Só que nunca desistiu. Em 2015 foi chamado por Carlos Queiroz para defender as redes do Irão. Hoje diz sem hesitar: "Quero brilhar neste Mundial. Pode ser que chegue a um dos grandes clubes da Europa, como o Liverpool ou o Paris Saint-Germain".

Para sobreviver, o jovem Alireza teve de lavar carros, distribuir pizzas, numa fábrica e varreu as ruas da cidade. Só que nunca desistiu. Em 2015 foi chamado por Carlos Queiroz para defender as redes do Irão. Hoje diz sem hesitar: "Quero brilhar neste Mundial. Pode ser que chegue a um dos grandes clubes da Europa, como o Liverpool ou o Paris Saint-Germain".

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Ainda nessa entrevista recente, o guarda-redes iraniano garantiu: "Sofri muitas dificuldades para realizar os meus sonhos, mas não tenho intenção de esquecê-las porque foram elas que fizeram de mim a pessoa que sou hoje".

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