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Carlos Rodrigues
Carlos Rodrigues A Grelha da Semana

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Fala o marido de Goucha

"Estação não tem estrutura profissional." O melhor diagnóstico sobre o que se passa na TVI não foi feito por nenhum diretor nem administrador da empresa. Foi Rui Oliveira quem melhor explicou o que esteve na origem da súbita derrota da TVI.
22 de março de 2019 às 07:00
rui oliveira
rui oliveira

A forma como a TVI está a reagir à perda da liderança para a SIC, ao fim de 150 meses consecutivos a ganhar, indicia que, na verdade, a TVI continuava à frente da concorrência sem saber como nem porquê. Um conjunto de pessoas, mais ou menos talentosas, geria o passado, sem rasgo nem liderança, e vivia da falta de ideias e de orçamentos da concorrência.

Um dos indícios mais fortes de que as vitórias da TVI resultavam cada vez mais da inércia, e não da energia, é o facto de o melhor diagnóstico sobre o presente e o futuro da empresa vir de um elemento que lhe é estranho, e não de qualquer um dos seus responsáveis.

Na verdade, tal diagnóstico certeiro vem do marido de Manuel Luís Goucha, envolvido, este ano, numa rocambolesca novela que o deu como certo, sucessivamente, na SIC, na TVI como apresentador e no programa do marido como repórter, até regressar à casa de partida, como ilustre desempregado.

É a Rui Oliveira que devemos a melhor explicação para o súbito desnorte da TVI, incapaz de reagir à subida da SIC. Ouçamos Rui Oliveira: "A TVI esteve muito tempo parada com os louros na mão. E ainda nem sequer se preparou para a guerra. Não tem estrutura profissional, desde o diretor de programas à edição. Logo, não a posso elogiar."

A TVI reagiu de forma simples. "Ele não está na TVI e não estará mais na TVI." Creio que faz mal. Devia, pelo contrário, convidá-lo para uma reunião estratégica, e ouvir o diagnóstico. Muitas vezes, o mais difícil é encontrar quem diga cruamente o que vai mal numa estrutura.              

MASSACRE EM DIRETO

Um atentado transmitido em direto pelo terrorista, pelas redes sociais. O ataque a duas mesquitas na Nova Zelândia é um novo patamar do horror global. Ignorar as imagens é censurar a realidade. Só conhecendo o mal poderemos combatê-lo, e derrotá-lo. Os jornalistas devem exercer o dever de noticiar, sem censura.  

À BEIRA DA SAÍDA

Depois de ter sido desautorizado pelo próprio Governo, com o primeiro-ministro a dizer que tinha ficado perplexo com o acordo e que tinha pedido explicações, Gonçalo Reis foi abandonado também pela Federação Portuguesa de Futebol, que denunciou o protocolo com a RTP. Aproxima-se o fim do mandato de um presidente que não ficará na história.

TVI NA FASE DOS "ACORRENTADOS"

Logo depois da estreia do 'Big Brother' na TVI, no ano 2000, o desespero da SIC levou Emídio Rangel a apostar numa série de produtos que, analisados a esta distância, não faziam qualquer sentido nem tinham qualquer hipótese. Foi a fase dos "acorrentados", reality que prendia concorrentes sem qualquer emoção nem empatia. O programa da nudez, estreado pela TVI no domingo, inaugura a "fase-acorrentados", na TVI. Receitas absurdas e sem sentido, condenadas ao fracasso. 

O FALHANÇO DA RTP2

Um mero olhar para os produtos e para as audiências fazem-nos ver como é irrelevante a RTP2. Não haverá forma de resolver essa irrelevância? Quando a exibição do 'Laranja Mecânica', segunda-feira, mais do que duplica o resultado do canal, alcançando um share acima dos 3% (o canal está na casa do 1 e meio por cento) dá ideia de que seria fácil inverter o rumo. Por exemplo: por que razão não há teatro português?

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