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Carlos Rodrigues
Carlos Rodrigues A Grelha da Semana

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SIC, líder até quando?

Março representa a consagração da nova estratégia da estação de Balsemão. A distância para a TVI já é considerável e tem tendência para se alargar nos próximos meses.
29 de março de 2019 às 07:00
Daniel Oliveira, Cristina Ferreira
Daniel Oliveira, Cristina Ferreira

Março marca o verdadeiro início do ciclo de liderança da SIC. É o primeiro mês em que, à distância de vários dias, se pode afirmar com bastante segurança que a SIC vai ganhar, e com uma folga acentuada.

A seis dias do fim do mês, a estação agora liderada por Daniel Oliveira leva quase 1 ponto e meio percentual de avanço sobre a TVI, em queda vertiginosa. A SIC tem uma média mensal de 19,3%, contra 17,9% de Queluz de Baixo. Isso representa, em média, cerca de 375 mil espectadores para o canal 3, contra 349 mil para a "quatro".

Há apenas 6 meses, se alguém previsse uma diferença deste género entre a SIC e a TVI seria apelidado de louco. Ora, esta súbita derrota da TVI tem algumas explicações simples, a começar pelo ambiente psicológico da estação, que mudou quando Cristina Ferreira deixou a empresa.

A forma como os responsáveis reagiram agravou o problema, porque todos os que ficaram na TVI perceberam que poderiam ser facilmente descartados, como foi Cristina. Consequentemente, vestir a camisola deixou de fazer sentido.

A queda de audiências do daytime, provocada pela chegada de Cristina Ferreira à SIC, foi seguida de desnorte de grelha, o que só acentuou o problema. Logo depois, a informação agravou a crise da TVI, ao entrar numa fase balcanizada, em que várias rubricas de vários autores trabalham sem uma noção de conjunto, cada um por si.

E assim, março representa uma queda vertiginosa para a TVI, e com sinais de que se agravará no mês que vem. Qual será a profundidade deste abismo?                            

AS NOIVAS E OS NUS DA TVI

O formato em que as mães procuravam noivas para os filhos estava em sérias dificuldades contra os "agricultores" da SIC. Daí a acabar abruptamente vai uma enorme distância. Sobretudo quando se mantém outro formato, esse sim, sem qualquer hipótese de triunfar. 'Começar do Zero' vai arrastar-se pela grelha.

O PROBLEMA RTP

Já passou uma semana desde que foi seriamente desautorizado, e o presidente da RTP ainda não se demitiu nem foi demitido. Este nó górdio parece difícil de desfazer, até porque o Conselho Geral Independente, que devia ser parte da solução, insiste em tornar-se parte do problema, sustentando o presidente contra tudo e contra todos.

LJUBOMIR NO CANAL 1

O chef Stanisic chegou ao serviço público. Só que o público não correspondeu. 'A História da Gastronomia Portuguesa' estreou no sábado à noite, marcado pela natural expectativa de se ver uma "popstar" da cozinha no canal do Estado. A audiência nem de perto nem de longe se aproximou da que tem conseguido registar na TVI, com 'Pesadelo na Cozinha'. Um share de 9% marcou o arranque do projeto. Quanto ao resto, começa a ser moda na TVI as estrelas fazerem uma perninha na concorrência. Sinais dos tempos e também da crise de liderança da TVI.

MADDIE NA NETFLIX

A série sobre o desaparecimento de Madeleine McCann, exibida na Netflix, tem criado notícia e é um dos primeiros exemplos de como as novas plataformas interferem na própria informação nacional. Será curioso verificar qual o percurso da série, em 8 episódios: chegará a um dos canais clássicos portugueses? Ou ficará como marco histórico na mudança do paradigma de consumo em Portugal?

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