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Inês Condeço
Inês Condeço

Simpatia perpetua – as verdades que afinal não o são

Decerto que todos concordarão que conduzir em Portugal não é uma experiência tranquila, isenta de stress, especialmente nos grandes centros urbanos ou em locais de maior tráfego. Assistimos diariamente a uma transformação de muitos condutores em mercenários e praguejadores, com uma facilidade enorme, onde nem a presença de crianças serve de atenuante. E esta antipatia contagia-se, qual pandemia.

O recomeço

É com esperança que o setor encara o momento atual e embora sabendo que terá ainda pela frente 4 a 5 meses de inverno duros, temos dados positivos que indicam que poderemos em breve retomar o papel e importância na economia e no desenvolvimento do país. Como primeira nota e com os dados que temos ao momento, a situação pandémica aparenta estar controlada e o sucesso do processo de vacinação em Portugal terá dado o seu importante contributo para este resultado. A operação logística e a adesão dos portugueses ao processo foi exemplar, colocando-nos nos primeiros lugares do ranking mundial.

A importância da sustentabilidade social

O tema da sustentabilidade tornou-se um dos assuntos mais debatidos nos últimos anos. Com um aumento da consciencialização sobre a necessidade de preservar o meio ambiente, o conceito de desenvolvimento sustentável evidenciou-se. Porém, e a meu modo de ver, existe um outro conceito que também ganhou particular espaço: o de sustentabilidade social, que pressupõe a melhoria da qualidade de vida das pessoas, tendo por objetivo a economia de recursos, diminuição das desigualdades sociais e ampliação dos direitos humanos, assim como erradicar a pobreza no mundo.

O mundo mudou... Mesmo?

Em Portugal não houve, até ao momento, nenhum Weinstein ou Cosby. E, provavelmente, não haverá, porque há muito que normalizámos as situações com posturas saloias de masculinidade: "já não se pode brincar com nada", "agora tudo é assédio". De que serve gritar "Black Lives Matter" se não se discute o significado ou o impacto, independentemente do tom de pele de cada pessoa?

A meio caminho, para um mundo mais justo e igualitário

Um estudo realizado em fevereiro de 2020 pela GlobeScan para IKEA, com uma amostra de 828 portugueses, entre outros dados, revela que apenas 58% dos portugueses concorda que as pessoas devem ser livres de escolher o que vestir e como viver de acordo com o género com que se identificam, mesmo que tenham nascido com outro género.

Uma viragem a 180º

Estávamos distantes dos nossos clientes, a perder relevância perante os nossos consumidores a tínhamos deixado de adicionar valor ao mercado do autocuidado.

Do VUCA ao FLASH

Tudo se tornou imediato e efémero, pelo que as pessoas e as organizações terão se ser rápidas na adaptação à mudança e constantes nos valores.

Marcas, humanismo e ética

Com a responsabilidade social coletiva a assumir posição cimeira na agenda de 2020/21, as marcas e organizações sabem ter que fazer prova dos seus valores. A questão central passou a ser como transformar a tecnologia em progresso, em novos modelos de atividade sustentável e de negócio ao serviço das pessoas.

Mais que um jogo

No final, o resultado era o que menos interessava. Ganhou o futebol e ganhámos todos nós, adeptos, que às vezes nos esquecemos – ou nos deixam esquecer – que ainda que isto seja só um jogo, será sempre também muito mais do que isso.

Está na hora de voltar à cor

Queremos convidar os portugueses a pintar as suas casas, deixando para trás o tom cinzento que marcou os dias de pandemia para lhes devolver cor, alegria e energia.

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