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Homenagem

“O Solar não é apenas um restaurante, é uma casa com alma”: a homenagem a Evaristo Cardoso no coração de Lisboa

Entre abraços, brindes e recordações, o Solar dos Presuntos reuniu dezenas de rostos conhecidos da sociedade portuguesa para homenagear o seu fundador, Evaristo Cardoso. Um momento de celebração da memória, da amizade e da continuidade de um legado.
Por Hélder Ramalho | 13 de fevereiro de 2026 às 17:26
Foto: Mariline Alves
Foto: Mariline Alves
Foto: Mariline Alves
Foto: Mariline Alves
Foto: Mariline Alves
Foto: Mariline Alves
Foto: Mariline Alves
Foto: Mariline Alves
Foto: Mariline Alves

No coração de Lisboa, o emblemático Solar dos Presuntos voltou a encher-se de vozes conhecidas, abraços demorados e memórias partilhadas. Na quarta-feira, dia 11, o histórico restaurante, uma das grandes referências gastronómicas da capital, recebeu um almoço de homenagem a Evaristo Cardoso, fundador e a alma desta casa, falecido em 2022.

A iniciativa reuniu dezenas de amigos e figuras públicas de diferentes quadrantes da sociedade portuguesa, do desporto às artes, passando pela política e pelo mundo empresarial. Num ambiente marcado pela emoção e pela cumplicidade, celebrou-se não apenas a memória de um homem, mas o legado de uma instituição que atravessa gerações.

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À FLASH!, Pedro Cardoso, atual proprietário e filho de Evaristo Cardoso, sublinhou o significado especial do encontro. “O evento foi, acima de tudo, um momento de reencontro. Reencontro com tantos rostos amigos do Solar dos Presuntos, pessoas que fazem parte da nossa história e que, de uma forma ou de outra, ajudaram a construir o que somos hoje. Sentiu-se uma energia muito especial na sala, não era apenas mais um evento, era uma celebração de memória, de amizade e de continuidade”, afirmou.

Para Pedro Cardoso, o momento teve também uma dimensão profundamente pessoal. “Para mim, teve um significado muito profundo. Cada abraço, cada palavra, cada sorriso trouxe-me a certeza de que o Solar não é apenas um restaurante: é uma casa com alma, feita de pessoas. E nessa alma está, inevitavelmente, a presença do meu pai. A sua forma de estar, o respeito pelos clientes, o cuidado com cada detalhe, a defesa intransigente da cozinha tradicional portuguesa. Tudo isso continua vivo nas paredes do Solar e nas pessoas que cá trabalham.”

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Num espaço onde a tradição se cruza com a história recente do País, a homenagem foi também uma afirmação de continuidade. “Dar continuidade a este legado é, para mim, uma responsabilidade enorme, mas também um privilégio. Não se trata apenas de manter portas abertas; trata-se de honrar uma história, preservar uma identidade e garantir que as próximas gerações possam sentir aquilo que ontem se sentiu: pertença, autenticidade e verdade”, destacou.

Mais do que um almoço, a iniciativa transformou-se num tributo sentido a uma figura incontornável da restauração lisboeta. “O meu pai continua presente todos os dias no Solar, não apenas na memória, mas na forma como fazemos as coisas. E é essa presença que me guia”, concluiu Pedro Cardoso.

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