Um relatório da IGF revelou que há 20 trabalhadores na RTP a ganhar mais do que o presidente da empresa, Nicolau Santos, devolvendo à ribalta os ordenados das maiores estrelas do canal.
Confecionar um jantar para 32 amigos foi o desafio que o CEO do Grupo hoteleiro Vila Galé fez ao ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz. O político confessou que "cozinhar é o maior escape" que tema na sua "vida agitada" e revelou estar "nervoso". Razão? "Não provei nada". Principal receio: "Que o pargo esteja seco". Jorge Rebelo de Almeida destacou a iniciativa 'Chefs Improváveis' e falou do primeiro corajoso da iniciativa, Isaltino Morais, que esteve presente no repasto.
Foi através de um discurso de proximidade, do qual as fotografias eram um instrumento fundamental, que Marcelo consolidou a sua imagem de Presidente dos afetos. É assim que nos recordaremos dele, a partir do momento em que sai de cena.
E a apoteose foi o minuto de silêncio em memória do bombeiro morto no atentado contra Trump, com o fato e o capacete no palco, beijados em direto pelo candidato. Na América, tudo é um espetáculo. Porque razão a política não o seria também?
Este ano, atendendo ao desempenho registado até ao momento pelos recentes congressos partidários, há sinais de um maior desinteresse pela matérias eleitorais que o habitual. Será isso resultado da prolongada crise, que já satura de tão longa que vai?
Se Pedro Nuno Santos vai todas as semanas à SIC Notícias responder à mesma pergunta, mesmo feita de formas muito diversas, sobre se é ou não candidato à liderança do PS, o espectador não vai engolir isso durante muito tempo.
A RTP1 atingiu domingo passado a pior audiência de todo o ano. Na média diária, o canal 1 obteve apenas 7,6% de share. Apenas 1,8% da população acompanhou o primeiro canal ao longo de um dia tradicionalmente dedicado ao convívio familiar, com refeições em casa muitas vezes marcadas pela televisão ligada, ao fundo da sala, e com tardes e serões que proporcionam o aumento do consumo de sofá.
A Grande Entrevista a Ana Luísa Amaral, um dia depois de morrer, é um hino à poesia, à língua portuguesa e também à televisão, que se reconciliou por uma escassa hora com o tempo pausado da literatura.