Escândalo: Mette-Marit da Noruega mentiu e deixou Felipe e Letizia 'pendurados'... para passar o fim de semana com Epstein!
A futura rainha da Noruega alegou problemas de saúde para faltar a encontro com a realeza europeia. Mas, afinal... estava com Epstein em Nova Iorque.A princesa Mette-Marit da Noruega está a atravessar a mais negra fase da sua vida: lida com graves problemas de saúde, o seu filho Marius está a ser julgado por vários crimes sexuais, e têm sido divulgadas trocas de e-mail que provam que tinha uma ligação íntima com o traficante sexual condenado Jeffrey Epstein.
Nos ficheiros mais recentemente divulgados, veio à tona que, em 2013, a futura rainha da Noruega mentiu sobre a sua ausência num encontro com Felipe e Letizia - que ainda não eram reis - e Willem-Alexander e Máxima dos Países Baixos.
Mette-Marit alegara problemas de saúde para não acompanhar o marido, Haakon, neste compromisso oficial com a realeza europeia, mas sabe-se agora que, afinal... preferiu viajar para Nova Iorque para passar o fim de semana com Epstein.
De acordo com a 'RTL', a princesa tinha outros planos, longe do resto da família real: um encontro com o seu amigo Jeffrey Epstein para uma das luxuosas casas de Nova Iorque do magnata que, em 2013, já tinha sido preso por prostituir uma menor.
Este incidente não só volta a denegrir a imagem de Mette-Marit, cujas ligações a Epstein já estavam a causar muita polémica, como ainda põe em causa a transparência da coroa norueguesa, que emitiu o comunicado alegando problemas de saúde da princesa, sabendo que ela viajara para os EUA.
As polémicas recentes têm agravado a sua condição de saúde, já de si frágil. Recorde-se que Mette-Marit sofre de fibrose quística – doença genética hereditária que causa a produção de muco anormalmente espesso, afetando principalmente os pulmões, obstruindo as vias aéreas, levando a infeções e inflamações recorrentes, tosse, falta de ar e redução da função pulmonar – e que no caso de Mette-Marit está a avançar demasiado rápido comprometendo a absorção de oxigénio.
"Sempre tive esperança de que pudéssemos controlar a doença com medicamentos, e até agora a progressão tinha sido bastante lenta. No entanto, ultimamente tem sido mais rápida do que eu e os médicos esperávamos”, disse Mette-Marit em outubro do ano passado ao canal de televisão norueguesa NRK.