'

Escolha a Flash como "Fonte Preferida"

Veja as nossas notícias com prioridade, sempre que pesquisar no Google.

Adicionar fonte
Carlos Rodrigues
Carlos Rodrigues A Grelha da Semana

Notícia

Espectadores em fuga

A SIC alarga a margem sobre a TVI, em perda em todos os horários menos nas novelas portuguesas. Mas, numa comparação mais abrangente, o que predomina é a queda dos canais tradicionais.
07 de maio de 2019 às 15:55
teelvisão
teelvisão

Num mercado que tem uma nova ordem, o fator predominante é a queda continuada dos canais tradicionais, um movimento de perda que tem sido constante e que, tudo indica, irá continuar.

Em apenas 4 meses, entre janeiro a abril deste ano, os generalistas, RTP1 e 2, SIC e TVI, viram fugir um total de 50 mil pessoas por minuto. É uma multidão que abandona a cada instante do dia as formas clássicas de fazer e de ver televisão. O balanço pode ser feito a propósito do primeiro trimestre de liderança da SIC, que se completa em abril, e que se traduz já numa vantagem a rondar os 2 pontos percentuais: a SIC fecha o mês com 18,9%, e a TVI fica-se pelos 17%.

O canal 3 superioriza-se à concorrência em praticamente todos os horários do dia, sendo ultrapassado apenas numa parte do noticiário das 20 horas, e depois, durante a emissao das novelas portuguesas de horário nobre, área em que a TVI continua imbatível.

Mais tarde, perto da meia noite, a  SIC recupera a dianteira quando emite uma novela da Globo. Um dia típico de televisão em Portugal resume-se à liderança constante do canal de Balsemão, com uma breve interrupção para a ficção nacional da TVI. Apesar da liderança consolidada, a verdade é que até a SIC perde 6 mil espectadores por minuto entre janeiro e abril. Uma queda ligeira, quando comparada com a da TVI, que, no mesmo período, perdeu praticamente 40 mil pessoas. Uma estação com os espectadores em debandada - eis o retrato atual do canal que foi líder durante 150 meses consecutivos. As voltas que a vida dá!                                 

 

45 anos, 35 de abril

No melhor pano cai a nódoa. No aniversário da revolução do 25 de abril, o Telejornal do canal 1 fez a celebração trocando os dias, certamente por erro de simpatia. 35 de abril, 45 anos, a sequência errada passou por todos os crivos, e permaneceu no ar durante a reportagem. Combater os erros é urgente!

Arrepiante

Os desmandos do mundo da moda, e o tratamento desumano, muitas vezes autoinflingido, que afeta as próprias profissionais da indústria, ficou bem patente na arrepiante imagem da modelo que desfalece na passerelle, e acaba por morrer, segundo os primeiros relatos por falta de alimentação. Uma imagem chocante mas que deve passar como alerta.

 

O direto é como o algodão

A predominância da reportagem em direto está instituída na televisão portuguesa. Televisão é direto, e isso nota-se, sobretudo, nas estações de informação nacional, no cabo. Alguns acontecimentos prestam-se a horas intermináveis, como é o caso do futebol. Ora, o direto é, para os jornalistas, como o algodão: não engana. O momento em que Paulo Garcia vislumbra o "Terreiro do Paço e o Arco do Triunfo" numa coreografia bracarense exigia ajuda imediata da regie. Falhou toda a cadeia.

Relegado para o cabo

É nestes pequenos sinais que se vai medindo a temperatura das notícias, do impacto dos protagonistas, da segurança das opções editoriais, sobretudo as mais polémicas e dificilmente defensáveis junto de uma redação constituída por jornalistas, profissionais da liberdade: Sócrates lá voltou à TVI, desta vez para responder a Sérgio Moro, mas agora já afastado do Jornal das 8, da generalista, para as 7 da tarde, no cabo.

Leia também

você vai gostar de...

Mais notícias de A Grelha da Semana

O contrapoder

O contrapoder

A importância desta mensagem presidencial justifica o elogio e obriga todos a propagarem-na
Cristina no 'Jornal'

Cristina no 'Jornal'

Se a entrevista correu mal a Cristina e ela não aproveitou para se redimir, a culpa não foi de José Alberto
A defesa de Cristina

A defesa de Cristina

Cristina Ferreira não merece o novelo em que caiu e que ameaça a sua carreira. Tem de parar e voltar ao momento zero.
Menos é mais

Menos é mais

Menos é mais, eis uma lição comunicacional que Marcelo Rebelo de Sousa nunca terá colocado em prática
E agora, TVI?

E agora, TVI?

A derrota de março, a concretizar-se é que a estação liderada por Moniz não chega lá, sequer, quando os conflitos aumentam

FLASH! Moda e Beleza

Os truques, as novidades e o brilho das melhores passadeiras vermelhas mundiais.

De segunda a sexta, no seu e-mail.