Adivinha quem voltou para elogiar o ex... Fernanda Miranda presta homenagem a Pinto da Costa no primeiro aniversário da sua morte: "Minha maior saudade"
Fernanda Miranda - o 'ódio de estimação' de Cláudia Campo, a viúva do antigo presidente do FC Porto - fez questão de assinalar publicamente o primeiro aniversário da morte do ex-marido.Este domingo, dia 15 de fevereiro, fez um ano que Jorge Nuno Pinto da Costa morreu, aos 87 anos. E, apesar de já não estar com ele há vários anos, a sua ex-mulher, Fernanda Miranda, fez questão de assinalar a data nas redes sociais com uma mensagem comovente.
"Um ano da minha maior saudade", escreveu a brasileira por quem Cláudia Campo - a viúva do antigo presidente do FC Porto - teria um "ódio de estimação".
Fernanda Miranda e Pinto da Costa estiveram juntos durante seis anos, mas em 2017 deram entrada com os papéis do divórcio. Na altura, a brasileira assinou um acordo considerado vantajoso, em que poderia continuar a receber uma pensão após a separação, desde que respeitasse algumas cláusulas, como não falar publicamente sobre os anos vividos ao lado do dirigente portista.
Segundo foi noticiado na altura, a relação começou a deteriorar-se nos últimos anos de casamento, com Pinto da Costa a não gostar de uma mudança de postura por parte de Fernanda Miranda, que terá alterado radicalmente o seu estilo de vida.
"Quando conheceu Pinto da Costa, a Fernanda era muito simples, mas depressa passou a valorizar os luxos. Gastava milhares de euros em compras para ela e para o filho. Nos últimos tempos, isso deixava Pinto da Costa doente", explicou uma fonte na altura, acrescentando que, com as discussões a serem uma constante, o presidente do FC Porto acabaria por optar pelo divórcio, expulsando Miranda de casa.
Depois disso, e enquanto Fernanda se apaixonava pelo empresário Miguel Osório, com quem viria a ter um filho, Pinto da Costa assentava ao lado de um antigo amor, a bancária Cláudia Campo, com quem trocou juras de amor em 2023. Seria o quinto e derradeiro casamento de Pinto da Costa, civil, e sem a pompa de outros anteriores.
Discreta, na sombra e sem se envolver em dramas e polémicas, a bancária soube conquistar o seu lugar na família. Ao mesmo tempo que mantinha o seu trabalho no banco, afigurava-se como uma peça-chave no xadrez da vida do presidente portista.
Depois da morte do marido, a condição financeira da viúva passou a ser substancialmente mais desafogada. Em primeiro lugar, passou a ser dona do luxuoso T3 do antigo presidente portista, na zona das Antas, avaliado em meio milhão de euros, herdando ainda dois carros de luxo: um Jaguar e um Audi.
Depois, há ainda movimentações bancárias denunciadas pelo filho de Pinto da Costa – Alexandre – que acusa a viúva de ter desviado património e exigindo-lhe 3,7 milhões de euros, o dinheiro que acredita ter herdado extra testamento do pai.
A par disso, há também a pensão de viuvez a que Cláudia tem direito, e que vai receber a título vitalício. O valor é uma incógnita, mas pouco depois da morte de Pinto da Costa chegou a ser noticiado que este poderia superar os cinco mil euros, deixando Cláudia numa nova e simpática condição de vida.